sábado, 31 de janeiro de 2009

V Encontro de Tunas Sons do Mar



Como leitor assíduo e atento do Diário Insular, deparei-me com esta notícia na edição de hoje daquele matutino, a dar conta do espectáculo, que mais logo irá ter lugar no Teatro Angrense, pelas 21h00, em vésperas de mais um aniversário da Tuna Sons do Mar. Consta que antigos elementos da tuna estarão presentes, pelo que este encontro de tunas promete!

Comentários Recentes em Postagens Antigas

Ti Renato deixou um novo comentário na sua mensagem "Para relembrar as grandes tardes-noites do Fiorino...":
Grande amigo Oliveira, este sitio tem historias sem fim. Nesta esplanada se aprendia matematica com o buzz, e que depois caso passa-se de nivel ia para o bizz buzz. Saudade.Marco, convem lembrar que aí tambem "parkava" viaturas historicas como a 4L do Borba e o Raio Azul do Barreto.Abraço Renato Cordeiro

Ti Renato deixou um novo comentário na sua mensagem " El Rei ...Tempos idos, recordações que se atraca...":
Lembro-me bem deste jantar, pois o certo é que jantei, escapou-te alguma coisa Malva!!Como neste ano os caloiros nao usavam traje, fui com um fato que o Malva me emprestou, feito pelo seu pai.Durante o jantar, sua Alteza discursou, e o velho Cidadão Fonseca com os copos, tomou da palavra e disse que teve com o duque no ultramar, e que nos helicoptros, ele era um HOMEM DE TOMATES. A partir daí, guitarradas que o caldo estava dado.

Pena (WB) deixou um novo comentário na sua mensagem "A Tuna":
Sobre tunas, praxe, tradição fica o convite para muitas visitas: http://notasemelodias.blogspot.com/

Joâo deixou um novo comentário na sua mensagem "Festa do Caloiro - 1986":
Rapaziada da pesada daqui vos deixo um grannde abraço daquele vosso colega e caloiro de 1988, O POLICIA. Bem ajam e continuem se estiverem ou passarem por Lisboa o Amigo POLICIA gosta de contactar e se mantem sempre na disponibilidade.Mais ainda e para os bons malandros de então, o contactoTelem. 966 846 184

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Impressões


Faz-nos tanta falta neste Mundo imediato
Um detergente eficaz contra a Incerteza
É uma nódoa diferente porque não se vê
Mascara-se na cor do Presente
Mas tolda, turva, ofusca e perturba
O Futuro de cada um sonhado.

Joaquim Marques
... e nesse futuro de águas turvas e revoltas, encontra-se um País de Lusos obscurecidos, pela demagogia dos políticos, que falam em esperanças nunca alcançadas, em sonhos nunca sonhados e em vidas que a ser...são pesadelos sempre acordados! Que venha esse detergente que eu ajudo a limpar, que surja essa poção de doce magia, porque de outra forma eu tenho receio, que essa nódoa ofusque o raiar do dia!e... como eu gostava que os políticos, essa classe, aparecesse aqui no xat ... seria um prazer bani-los para sempre... e teria todas as razões para isso!
Jorge Rabiçais
ok. a rosa é bem bonita...
Miguel Bezerra
Que o diabo vos levem para longe deste presente.
Vos retire a ideia fixa de limpeza e, por favor,
não acabem com o romantismo,
por pouco que seja,
que ainda existe nas minhas nódoas.
Domingos Abreu Veloso

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

No Dia do AMIGO UMA HOMENAGEM À NOSSA AMIGA LUÍSA BENEVIDES


PERGUNTA:
Luisita! Que é feito de ti? Estás bem? Tanta gente que me pergunta por ti, e eu não sei dizer nada... Faço votos que tudo te esteja a correr pelo melhor, e se não estiver, faço votos que volte a estar. Beijinhos do teu colega e amigo e dos outros colegas e amigos também. J. Marques

RESPOSTA:
Antes de mais quero desejar-te um Bom Ano! E feliz Dia dos Amigos (sabes, hoje festeja-se cá o Dia dos Amigos, lembras-te dessas celebrações?) O ano novo não começou da melhor forma pra mim, estou internada no hospital desde o dia 4 de janeiro e, provavelmente só sairei daqui a 3 semanas, se tudo correr bem. Infelizmente, o bacilo da tuberculose apanhou-me desprevenida e tratou de se multiplicar no meu pulmão!!!! depois quando comecei o tratamento para dar cabo do bicho, o meu fígado não suportou a violência e tive uma hepatite toxico-medicamentosa vai daí tive que interromper o tratamento pro bacilo e só o recomecei há 3 dias com apenas um dos 4 antibióticos q serão introduzidos muito lentamente para evitar q o fígado se ressinta, enfim... arranjei "sarna pra me coçar", lol. Com tudo isto não me tem apetecido muito ir à noite até ao blog pra conversar um bocadinho, mas quem sabe um dia destes eu apareço pra dar um dedo de conversa com quem lá estiver. Envio beijos pra todos e em especial pra ti. Luísa

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Alguns modelos de cortes

Tal como prometi à Matilde, aqui vos apresento duas fotos de uma Festa dos Cortes. A alegria demonstrada pelos Caloiros é que nos inspirava a tais modelos...

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Notícias do Jurássico IV


Antigamente era assim! Éramos poucos, fazia-se pouco, mas havia muita vontade!
Uma boa relação com a Comunicação Social, imprescindível!
As técnicas de anunciar os anúncios, já nós sabíamos...
Qual Sócrates qual quê!
Felizmente vieram outros, e outros e mais outros, que deram seguimento.
Bem haja a todos os que deram seguimento e fizeram com que a
pequena Academia de então fosse hoje uma referência!
Sinto muito orgulho por ter feito parte do grupo que deitou mãos à obra e começou a construir os alicerces.
Joaquim Marques

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

San Joaninas 94

Realmente, tenho de admitir que estou a ficar velho. Eu jurava que nunca tinha actuado com o Gonçalo, o Coinas e mais uns quantos presentes nesta fotografia! Com a prova no "bolso" e teimava com o Veloso, que não. Desculpa, amigo.

Aqui fica mais uma relíquia. Foi a primeira grande actuação dos que estão semi-despidos e como tal, tivemos de ser praxados. Eu tinha a segunda matrícula, mas tive que mamar a pastilha como os outros!

Só tenho pena de não ter mais pastilhas dessas para mamar agora! Pensando bem, é melhor não. A minha barriga já não é o que era.

Um abraço a todos, em especial aos Tunos

Uma jantarada em 94


Um jantar com alguns colegas a trabalhar em São Miguel, na casa do João Mendes, no ano 94.
Ementa: Lasanha
Cozinheiro: Michael
Tocador: Pelo registo, o Ornelas
Animação: a cargo de todos!!!!
Enfim, tempos idos...

13 de NOVEMBRO DE 1998


Ficará na minha memória como o dia em que tive dois sentimentos em conflito dentro de mim:
Alívio- por acabar o curso
Vazio- por saber ter chegado ao fim a farra
Apercebendo-se do meu estado e espírito, mais que parabéns recebi conforto dos companheiros Marco e Borba.
Alguém tirou assim foto para a posteridade, no sítio do costume e sem efeitos especiais.
É lamechas? Talvez.
Guardo-a religiosamente sei lá por quê?

domingo, 25 de janeiro de 2009

Mais uma aventura do Eng.º Neves comigo e …

Em alturas em que nem a velhinha CEE existia, já Solipa das Neves viajava por muitos países da Europa. E fazia-o de forma recorrente.
Era, inegavelmente, um aluno que vinha “… de outros meios…”. Dotado de uma grande energia, imaginação e de um poder de execução determinante e célere. Também fez greve!
Pertencia aos que exibiam “… uma tensão psicológica e nervosa que é notória …”. E notava mesmo! Tanto que já nem se lembra em qual local das instalações fez piquete!

Concentro-vos agora numa das nossas tensões: o Carnaval.
E terá sido neste ano de 1984, um pouco antes da notícia da nossa grave ser publicada no “Diário Insular”.
Os dias de celebração do Carnaval eram mais que três e era o Santiricon que nos proporcionava a euforia desta época.
Fantasias? Muitas! Pedíamos as roupas “da América” à nossa senhoria, uma maquilhagem bem adequada, sapatos comprados (verdade) para tal ocasião, uns adereços para o toque final, e estavam criadas as personagens propositadamente provocadoras, personificadas por mim e pela Goreti.
Carlos Solipa resolveu, nesta Carnaval, ser taxista. Ora nem mais! Detentor de carteira profissional e profundo conhecedor da ilha, era vê-lo a circular e também estacionado na Praça Velha. À data dos acontecimentos, este local era frequentado por singulares personagens, que ainda estão nas memórias de muitos, com histórias verdadeiramente inéditas!
No Convento, a noite começava a ser preparada, talvez já iniciada na Casa do Povo ou no Serafim, e esperávamos para que o Solipa terminasse a sua jornada.
Fantasia obrigatória para entrar no Santiricon. E convencê-lo a vestir? Foi tarefa difícil, reservada para mim e para a Goreti. Mas … lá conseguimos! Calças, casaco, e não sei mais o quê, da mesma proveniência das nossas, e obviamente tudo a condizer, e ele ficou, direi, quase irreconhecível! Tal arte de transformação!
Lembro-me do Carlos perguntar:
- Mas eu estou disfarçado de quê?
E nós rodeávamos a pergunta, porque não havia resposta!
E ele insistia, e insistia, e nós já sem qualquer argumento minimamente razoável, a não ser socorrermo-nos de umas “cervejolhas”, como ele dizia, para fazer parar as questões pertinentes que se levantavam. E resultou!
Seguiu-se a ida de táxi para a discoteca e a diversão normal.
Hora de regressar, certamente quando as luzes já estavam acesas, e vinda de táxi para a Terra Chã, mais precisamente, para o largo da Igreja, penso que perto do Convento, ou por aí.
Para além de nós os três, também o Níger apanhou boleia. Não me recordo se mais alguém se juntou nesta viagem e assistiu ao que a seguir se passou, já quando nada fazia prever que a mesma assim acabasse.
O Níger saiu para recolher aos seus aposentos, e relembremos a sua figura bem alta e magra, e Carlos Solipa decide fazer um recuo. E eis que sentimos logo que algo se passava! Carlos Solipa, bem aflito, mas mesmo a sério, rapidamente disse:
- F… matei o homem! F… matei o gajo!
E repetia, e repetia, mesmo depois de sairmos do táxi para defrontarmo-nos com a realidade de tal acto.
Que instantes de tão grande inquietude e aflição!
E deparámo-nos com o Níger caído no chão, não sei se só do toque, porque a inércia era visível, mas nada lhe aconteceu, felizmente. Que alívio, sentimos todos.
Recordamos esta aventura, várias vezes, entre nós, e queríamos contá-la. Fui apenas, a “porta voz da escrita” desta aventura que é assinada por nós.

sábado, 24 de janeiro de 2009

A Tuna


Muito se tem falado de momentos que certamente são de muita importância nos pedaços do tempo que fazem parte da nossa vivência. Somos um somatório de pedaços.

Bem, tenho estado à espera que alguém (Malva...) publicasse um postagem com a tuna, já que, e segundo ele, o ser tuno foi uma vivência que o marcou profundamente. Como verifico que tal não acontece, posto eu.

A TUNA NO LARGO DA IGREJA DA T. CHÃ EM 1992

Realmente o caro amigo Malva não conta da fotografia!... Contudo aparecem muitos bons amigos, tunos de valor, com espírito académico valoroso (Os "tons do bar". Assim eu lhes chamava só para chatear) .

Fica a foto para recordar...
nota: agradecemos comentários dos actuais tunos

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Os Burros da nossa Vida




Homenagem honrada a todos os Burros mortos, vivos ou comidos, vividos em momentos unicos e seguramente com pouca probabilidade de repetição. (Assim esperam os burros...)


A tradição começou nos desfiles da rua da sé, continuou nas garraiadas, passou por casa de alguns e terminou no prato de muitos caloiros com denominação de burrali.


Quem ganhou foi a vizinha que nunca mais lhe comeram as coves da horta....

Bem hajam

DESAPARECERAM

CAROS COLEGAS.
DESAPARECERAM ESTES DOIS CÃES NO MESMO DIA.
SE ALGUM DE VOCÊS OS RECONHECER CONTACTEM-ME 962986739
DESAPARECERAM DA FONTE FANECA N.º 86 TERRA-CHÃ EM ANGRA DO HEROÍSMO.
O CASTANHO É O RUCA E O BRANCO UM BARBADO DA TERCEIRA DE NOME XICO.



O FILAS DE S. MIGUEL



Meus caros, falar da DCA - T-Chã- Angra - Terceira - Açores, não é tarefa completa, por muitos adjetivos e perdicados que o nosso vocabulário nos permita, sem que se preste a devida homenagem a um dos produtos mais fabulosos da insularidade. Falo do Cão de Fila, obviamente.


Observem a Zica. Esta da nada na Terceira - Folhadais.



Trata-se de um animal cheio de alegria, meigo, atento, dedicado, muito territorial. Todas estas características fazem desta raça especialmente dotada para guarda e companhia. Dizem que é um fabuloso "Cão Boieiro". Acredito, contudo não tive oportunidade de o observar pois nunca os tive junto ao gado
Sem duvida alguma foi uma das melhores surpresas que encontrei pelas ilhas de Bruma.
E, se duvidas restarem quanto á capacidade social destes animais, basta reparar no estado em que ficou o sofá após uma tarde só em casa!!! É o Fila de S. Miguel (Açores)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Obras de arte à escolha!!

Em 1985 (Jurássico?) além da tesoura a desejar o bom corte e a boa sorte, os caloiros também tiveram direito a escolher a obra de arte com que os Engºs lhes iam enfeitar a cabeça.
Os traços saíram do lápis do colega João Pedro Barreiros.
A seguir a esta postagem, ficamos à espera das fotos com as obras de arte conseguidas!

Notícias do Jurássico III

Uma greve, aliás a primeira da Universidades dos Açores, dá sempre resultado!
"Na opinião do Reitor da Universidade a instalação dos estudantes pareceu-lhe ser o aspecto mais negativo, sobretudo num lugar distanciado do meio urbano e numa zona onde o clima é duro e que criam sobretudo em pessoas que vieram de outros meios, uma tensão psicológica e nervosa que é notória."
Na opinião do Senhor Reitor, nós, os de então, não batíamos bem da bola!
Os que depois foram habitar as casas do Bairro, passaram a bater melhor?
Nã... nã me parece!
E também me parece que não há explicação científica, 25 anos depois!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

TRIO MARAVILHA

O trio maravilha que fez furor em 2008.
Intervalo para descomprimir - sessão de anedotas (na realidade só uma)!
Contactos para actuações: daveloso@sapo.pt; francisco_gateira@hotmail.com; ajcarvalho1969@gmail.com
Agenda cheia até Novembro de 2018

Notícias do Jurássico II

Quem esteve nos piquetes de greve? Lembram-se?

"Os estudantes decidiram, também, criar piquetes de greve que ocuparão em acto simbólico todos os serviços administrativos, laboratórios, biblioteca, secção de textos, cantina, Secretaria dos Serviços Sociais, Gabinete da Direcção, com vista a paralisar todos os serviços da Universidade à excepção dos telefones."

Ora digam lá que no Jurássico não havia tomates!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Notícias do Jurássico I


Esta, apesar de repetida, inicia uma série de notícias da nossa Academia tratadas pela sociedade Angrense.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A TODOS OS QUE VIVERAM O ESPIRITO ACADÉMICO·

A experiência é uma coisa muito interessante. É servindo-nos dela que aprendemos grande parte daquilo que sabemos; por ela orientamos, muitas vezes, os nossos passos; com ela evitamos a repetição de dissabores e procuramos aquilo que já sabemos ser bom. A experiência poderia servir para que a nossa vida fosse muito mais previsível e controlável, mais cómoda e segura, livre de problemas. Felizmente, a natureza possui aspectos desconcertantes que têm o condão de permitir que, apesar de existir a experiência, a nossa vida seja em cada um dos seus momentos uma aventura. Um deles é que a experiência que adquirimos numa fase da nossa vida não nos serve de nada quando chegamos à fase seguinte. Assim, terminada a infância, aquilo que nela aprendemos de pouco nos vem a servir na adolescência, pois ali tudo se torna novo e estranho. Na maturidade tudo se transforma mais uma vez. São outras as cores daquilo que nos rodeia, os desafios são diferentes; temos novas capacidades, que estreamos como quem utiliza um brinquedo novo. Apesar da experiência que vamos adquirindo, chegamos, a cada uma das nossas épocas, inexperientes e inseguros como meninos. A vida, na sua magnífica diversidade, vai-nos oferecendo constantemente novas situações, para as quais nunca estamos verdadeiramente preparados. Estas limitações da experiência forçam-nos a crescer continuamente; mantêm-nos tensos, esforçados. Permitem-nos ter constantemente objectivos diferentes. Dão cor à nossa vida. É assim que nos podemos manter de algum modo jovens em qualquer idade. Quem programou este jogo da vida fê-lo de forma a que ele tivesse sempre interesse. Subimos de nível, saltamos do material para o espiritual, varia o grau de dificuldade, mudam os adversários e o ambiente - como nos jogos electrónicos... Não somos poupados a sofrimentos, mas é-nos dada a possibilidade de reagir e continuar a avançar. Se temos saudade do que ficou atrás, também nos é permitido sonhar com o que está adiante. Se conservamos o sabor de derrotas que tivemos, também planeamos a vitória que se segue. No jogo da vida, as derrotas deixam marcas, as feridas fazem mesmo doer, muitas vezes não recuperamos aquilo que perdemos. Estamos ancorados à realidade e, por isso, para nos divertirmos, para nos sentirmos como aventureiros no meio de tudo isto, temos necessidade de coragem. E de não calarmos aquilo que dentro de nós nos se chama um sonho, clama por aventura, pede para fazermos com a vida qualquer coisa que seja grande. Poderíamos dar ouvidos ao medíocre que quer instalar-se em nós. E evitar, por medo e preguiça, as dificuldades, as complicações, o sonho. Mas "evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto expor-se ao perigo.
“A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada".
Vivam com intensidade cada minuto.
Autor: Paulo Gerardo com citações de Helen Keller

domingo, 18 de janeiro de 2009

A minha primeira directa...


Foi de facto esta a primeira noite em claro para, de forma assusta, decorar os estatutos do caloiro, pois, o cagaço era mais que muito!
Ao olhar para estes estatutos, vejo agora, que de facto eles não eram mais do que um sentimento de carinho e uma forma delicada que os engenheiros tinham de nos mostrar o seu apreço...
São as praxes, que sem dúvida, se bem feitas, integram a malta e, no DCA, que eu saiba, não houve abusos de maior que pusessem em causa a dignidade humana...
Não concordo com abusos, mas também não concordo com quem quer fazer das praxes uma prática a abolir - haja parcimónia e elas são do melhor que pode acontecer a um estranho na terra, na terra... Chã!
FYI: a mim, foi...

E TU?! COMO É QUE OCUPAVAS O TEMPO?

De Manhã
À Tarde


À Noite


Aos Domingos


Nas Férias


Nos intervalos, estudava!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Cantar às estrelas…

Imagem 1 (da frente para trás) - Pedro Manaças, Rafael, Nini, João Cassinelo, Helena Flor de Lima, Nuno, Tó Zé (Gongo), Gena e João (Farinheira) - Ano lectivo de 82/83.

Em 1982, quando entrámos para o DCA, o sismo tinha ocorrido há apenas 2 anos e Angra ainda se encontrava completamente devastada pelo mesmo.
A nossa vida académica prosseguia normalmente, de dia!
Mas à noite? Quando nos aprontávamos para estudar, éramos sempre interrompidos.
Era mesmo a energia eléctrica que nos pregava a partida, o que acontecia dia sim, dia sim!
Mas que aborrecimento, porque lá se iam os estudos!
Dentro das luxuosas instalações que tínhamos, nem pensar em ficar.
Os habitantes do Jurássico invadiam o Contentor, e era hora de delinear a estratégia para a noite. As freiras do Convento saiam de noite, somente em tais ocasiões. E os que moraram nas redondezas do largo da Igreja, logo se apressavam a aliarem-se a tal ajuntamento, e depressa se reuniam uns quantos.
Numa destas noites, certamente depois de ingestão de uma bebida feita de cevada, e como a fome já começava a ser anunciada, lá se arranjou uns enchidos, trazidos nas férias e ... mãos à obra!
Havia que dar luz e assar os enchidos! Onde?
Na rotunda da Igreja, claro, porque não tinha alcatrão!
Acto pensado, acto executado, e fogueira feita.
O João Cassinelo à viola, no seu improviso de letras dirigidas aos colegas, em estilo Blues, e uns quantos à volta, às ordens do maestro, com notas bem diferentes, mas que até nem se notavam nada!
E esta animação prolongou-se no tempo. Ninguém se pautava pelo relógio.
Estávamos nós em pleno auge da nosso merecido convívio, quando vimos surgir um carro com uma luzes a darem mesmo nas vistas!
As portas abriram-se num rompante e simultaneamente, e eis que surge a autoridade policial!
As palavras proferidas foram: “Dispersem-se, dispersem-se…”! E várias vezes foram repetindo esta frase, perante tão pacato grupo, que não ofereceu sinais de resistência. Até nem nos importávamos que connosco confraternizassem! E não sei se houve quem tentasse!
Mas tivemos mesmo que nos dispersámos do largo da Igreja, e lá fomos fazer pousio noutro local, já dentro dos portões da Universidade.
Agora imaginem o ano de 1983, com este cenário. É deveras hilariante!

Imagem 2 - Largo da Igreja em 1983.
PS. Marques, a foto 1 certamente que te trará boas recordações!

Mais uma foto do Jurássico

1981 Terra Chã
Agostinho, Noémia, Bioucas
Estes distintos colegas estavam no 3º ano.
Entraram para o DCA no ano lectivo 1978/79.
Foto enviada pelo Rui Amador

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

"OS 7 MAGNÍFICOS" na FAP



Ana Luísa, Cristina, Miguel, Helder, Paula, Luís e Janyne


Fomos mais uma vez "lá-lá"...


Mas estamos todos cá...


Falta encontrarmo-nos todos AQUI...


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Minhotos


Caros Minhotos, retirei do meu baú mais uma foto. todos os presentes são minhotos.

Contudo, chamo a atenção aos nossos "dinos" parte da nossa sala de convívio. Claro que deu muito trabalho coloca-la de pé. Também tivemos que assaltar alguns departamentos, arrecadações (serviços sociais) de forma a angariar mobilar e outros equipamentos.

Seja como for, valeu bem o esforço

MuuuuuIto Zootécnico

Só para animar!

video

Isto sim, é uma vaca louca.

Bjs

ck

Mais uma do Rui Amador

1981 Lar Masculino

"Embora situados algures no meio do oceano, a "alta tecnologia" estava sempre presente através das últimas novidades que a Base das Lages proporcionava. Julga-se que no quarto do Luís Nuno e do Xixa, o Raul se prepara para apresentar um momento de exigência audiófila."
Rui Amador

Raul ou J Porto? A mim parece-me mais o J Porto. Os outros figurantes são o Alfredo e o Bioucas bem acompanhados por duas alunas do curso de Ciências Sociais.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

ANTEMANHÃ

Tentado a comentar estas últimas fotos de 1981, verdadeiras relíquias no baú das memórias do DCA, ocorreu-me a seguinte quadra que decidi postar:

Com que ânsia tão raivosa
Quero aquele outrora!
E eu era feliz? Não sei:
Fui-o outrora agora...


Eça de Queirós citado em
Introdução à primeira parte do Livro
FALUCHO ANCORADO de Manuel Santos-Lopes

HÁ 28 ANOS, ERA ASSIM!

Lar Masculino, 1981.
Filipe Ressurreição; Xixa; Luís Copos; 4 cavalos;
2 escondidos; 2 garrafas de vinho;
Rui Amador; 1 candeeiro virado ao contrário e a testa aqui do animal.
Era no quarto de quem?
(foto cedida pelo Rui Amador)

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Maniqueísmo – a saga de um ministro

- Alvorada… toca a levantar suas antas…, Limacídeos! Bestas amorfas e pedaços de coisa nenhuma, são sete da manhã e o que o País espera de vós não é sonolência! Coragem, devoção, altruísmo! Palavras que por certo o vosso dicionário depauperado não contempla nas folhas alvas e mofas!
Assim, é o génesis de um ser que se quer fazer homem! As palavras brandas são educação falhada e, quando alguém puxa dos galões para mostrar a sua autoridade, aí sim, é modelo de educação sólida, promessa de futuro risonho...Assim queremos ser todos: audazes e firmes nas palavras, mesmo que magoemos, humilhemos, maltratemos aquele que poderia ocupar o nosso lugar…mas isso, agora, não interessa nada (alguém dizia), porque o que interessa é que eu estou aqui e tu aí.
Essa diferença de estado de seres semelhantes, levou a que se criassem classes, lobies, estatutos, guerras, o bem, o mal, o certo e o errado! Os homens são feitos de desumanidades, tenhamos isto como certo! Uns, apenas tiveram a sorte de sofrer menos desumanidades que outros e, como e por tal, são ligeiramente melhores.
Teorias, apenas teorias, que podem muito bem ser repudiadas por um outro ser que tenha capacidade pensante… assim se pretende: que o homem pense e diga o que pensa; que o homem se mostre mais…humano! Pensar é uma capacidade apenas de alguns. Os outros, os que também sabem pensar, mas apenas estão no lado oposto, esses que se calem porque a sua voz nos irrita e nos pode causar certos…desconfortos (?).
Assim surgiu a autoridade, a censura a calunia e a oposição calada e amordaçada que, a bem ver das coisas, prestava melhor serviço às Nações que esta de hoje que fala, fala, fala e … não diz nada (o que não se aplica ao publicitário desta conhecida frase…).
Então, a entidade divina, o ministro de galáxias (da terra e dos céus), ocultas na nebulosa pasmaceira do tempo cósmico, elevou-se perante tudo e todos e disse: - Doravante, todos os lugares, todos os seres, todos os reinos terão um ser que os governará e a ele será prestada vassalagem. Esses serão os meus desígnios; que perdure até ao juízo final de cada um… seja feita a minha vontade e daqueles que serão designados para chefes dos ministérios; a sabedoria acompanhá-los-á, e vós estareis mais bem entregues a eles do que a vós próprios.
Bom, assim o tempo foi passando e com ele os milénios. Quando um se achava superior àquele que governava o ministério, lá se instalava uma guerrazita nas redondezas. Depois de algumas mortes, sempre úteis para renovar os stocks humanos e imprimir uma nova dinâmica na adormecida sociedade servil …. Impostos, impostos e mais impostos para refazer o que a guerra tinha destruído (também é por isto que acho que o 25 de Abril apesar de tudo, correu mal).
Em tempos, nós, que fomos os maiores, por esses mares e marés e até fomos bons a enviar mensageiros, espiões e exploradores antes das expedições – sabíamos planificar – agora, depois de tantos anos, ficamos adormecidos nesta pasmaceira e já nem a mais vil das guerras – a concorrência – nos faz acordar, no entanto, verdade seja dita, alguns lemas imutáveis nos acompanham: - impostos, impostos, impostos…Assim é o nosso ministério com ministros de canudo dourado e debruado à mão (à mão daqueles que depois se revelam manetas – aqui que surjam lágrimas, teremos que sofrer com os sofredores!).
Somos dos países que menos impostos cobra mas que mais taxa (ou tacho). De facto a percentagem é menor que em muitos Países, mas nesses países onde se cobram impostos muito altos, o estado promove tudo e o nosso, bem o nosso não passa de um estado sugador de bolsos já de si vazios (não promove a saúde, não promove a educação, não promove o desenvolvimento, não promove o emprego, não promove a auto estima e não se promove enquanto país da Europa moderna e avançada). Que caiam de podres as minhas palavras mas, com a entrada dos novos países para o espaço comunitário na sua plenitude, nós, seremos cada vez mais marginais e desprezados. Seremos ultrapassados por aqueles que hoje são o centro das atenções, o centro da Europa. A Europa será encurralada entre um País colossal como a Espanha e a Polónia e entre esta ocidental barreira e a oriental miragem, seremos espectadores por cima de um muro intransponível que se afirma como Ibérico, mas no final, são os maiores nacionalistas e patriotas de todo o mundo (ai Afonso, Afonso, para que bateste na mãe?).
Resta-nos o turismo e até aí falhamos redondamente!
Entre o bem e o mal, lá se levantou um deles que disse… vamos conjugar esforços e fazer desta união uma união nacional para que estejamos alguns bem, isto para o mal de todos. Foi desta reunião magna que surgiu um poder instituído por meia dúzia de bem mal feitores da democracia que tudo fazem para que o desenvolvimento das sociedades se estagne neste cais de pasmaceira que é o nosso Portugal!
Entre este maniqueísmo de devotos servos de Deus e do Diabo, surge um que é o maior deles todos, não na essência do cargo, porque esse foi criado despretensiosamente pela entidade criadora, mas na essência do ser humano que tem ocupado esse cargo ao longo destes anos todos – os ministérios!Fortes ministérios com fracos ministros e assim, o bem e o mal contrariam a doutrina e coabitam no mesmo espaço, mesmo debaixo do nariz de um Santo!
Por isso, já não há paciência, são todos uma cambada de incompetentes e só me apetece dizer: - saiam daí, vão todos pro raio que vós parta, que para lugares vazios também se arranjam cabeças, e essas ao menos que sirvam para pôr chapéus, que nas vossas nem os piolhos querem construir ninhos!
Sais de Carvalho

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Quem joga um "Canastol"?




Na Aviação Militar



Na Aviação Civil



Acreditem que estes "meninos(as)" jogavam em qualquer lado...

Bar/Cantina, Convento, Caso Povo, qualquer casa...

Aviões, Comboios. Jips, Autocarros, carros...

Acho que só faltaram bicicleta... e WC (parece).


Já temos uns jogos valentes em atraso...

Quando é o próximo jogo?






PARABÉNS PORTUGAL!

Foto: www.sapo.pt Se me é permitido, neste blog, e até porque temos muitos colegas Madeirenses (podem mesmo ver nas fotos postadas pela Suzanita - com Z - que eles (elas), os Madeirenses abundam), queria fazer uma justa homenagem a todos os quantos gostam de futebol, do bom, e a todos quantos são Portugueses (mesmo que contrariados) e, principalmente dar os parabéns ao artista (o verdadeiro), pois, com ele e por ele já Portugal levou o nome onde já há muito não levava por boas razões!
E, mais uma vez, permitam-me que diga, hoje, particularmente hoje, me sinto bem, como bem me sentiria se no séc. XVI tivesse vivido...
O que eu quero realmente dizer, é que me sinto feliz por todos os Portugueses que colocam o nome de Portugal ao sabor dos ventos do sucesso... Cristiano é um deles!
Assim, e até porque nem sou do Sporting, nem do Manchester, estou à vontade para dizer apenas e tão somente que sou ...Português e hoje, como Ronaldo deixou de ser de um universo clubístico, para passar a ser cidadão do mundo, eu sinto que sempre que olharem para ele, é no brilho dos seus olhos que a minha alma se refletirá - a alma LUSA!
Parabéns... a todos pelo teu grandioso feito! És ... simple the best!

domingo, 11 de janeiro de 2009

MENSAGEM DO RUI AMADOR

1981
Rui Amador, Noémia, Bioucas
(no quarto do Bioucas, no Lar Masculino, hoje provavelmente um gabinete de um Laboratório)

1981
Ressureição, Canedo, Brito, Quim Lopes, Pedro TAP, David Lopes
To-Zé Montras, Manel Loureiro, Rochinha, António Campelo


Ex mo. Sr. Presidente Joaquim Marques, Teresa, Manel e Edgar

Em primeiro lugar quero dizer que é claro que tenho montes de saudades vossas assim como do excelente grupo que fomos capazes de criar nos Açores. Escrevo para os quatro em conjunto porque ainda não tive tempo de enviar um único voto de boas festas a ninguém e porque sei que não vão levar a mal. Escrevo ao Manel porque já há muito tempo que me pediu para voltar a entrar na família que não estão a deixar morrer. Escrevo à Teresa porque também me pediu para participar, para além de me enviar uma fotografia maluca. Escrevo ao Edgar porque me avisou do vosso encontro, para o qual com muita pena minha não pude estar presente e escrevo ao Joaquim Marques porque também sempre gostei dele para além de achar que a direcção da "Família" não poderia continuar a estar melhor entregue.
Já tinha encontrado as fotografias que vos envio há cerca de um mês, mas faltava digitaliza-las e acrescentar uns breves comentários. Ontem e hoje não fiz outra coisa. Está meio macarrónico mas se me perco agora a arranjar melhor o paleio e a ordem das fotografias nunca mais vos envio isto. Sendo assim, são livres de fazerem o que quiserem com as fotografias, assim como se necessário censurar ou melhorar o texto. Acho que os nossos três anos, sem dúvida marcantes para a história académica do pólo da Terra Chã, têm coisas muito interessantes a não deixar morrer.

(...)

Rui Amador

O nosso Rui Amador, além de uma excelente pessoa, um grande amigo, um valioso colega, foi o primeiro Tesoureiro da Associação Académica da Universidade dos Açores, pólo da Terra Chã, e guardava o dinheirito na mesinha de cabeceira do seu quarto, no lar masculino...

As próximas fotos publicas tu, Rui, vou mandar-te o convite para seres Autor!

Joaquim Marques

sábado, 10 de janeiro de 2009

EU TENHO O MEU, E TU?

Ainda assinado pelo meu amigo, presidente na altura, Joaquim Leça, guardo com carinho o meu cartão de sócio da AECAH.
Está um pouco manchado pois foi sacrificado com uma "malga" de café, a única bebida "álcoólica" que eu ingeria na altura, se fosse hoje, nem mancha tinha - só bebo água!

Bjinhos e abracinhos deste rapaz, já na altura feio e timido!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Quem se Lembra...


Porque se tem falado intensamente das S. Joaninas, cá vai uma lembrança para que todos fiquem com água na boca.

Parabéns, UA!




Foi em 9 de Janeiro de 1976, que o então Instituto Universitário dos Açores deu início a um novo ciclo da História dos Açores e do País.
Para quem estudou no DCA, sabe bem da importância da Universidade dos Açores ter 3 campus universitários, pois num arquipélago com 9 ilhas, foi e é importante descentralizar esses pólos, para que os Açores tenham um desenvolvimento harmonioso e equilibrado.
Em dia de festa da nossa Universidade, não podia deixar de assinalar esta data e partilhá-la convosco!
Parabéns, Universidade dos Açores pelos teus 33 anos!!!

O TERRA CHÃ

Porque a saudade mora não só nas pessoas mas também nos lugares, animais, objectos, edifícios e meios de transporte deixo uma réplica (à falta de uma foto original) do famoso Terra Chã, Seat de 1100 cm3 de cilindrada e fez o papel social de meio de transporte do povo da academia.


Em relação ao original só difere na inexistência de aplicadores de skis por cima da caixa.
O original vinha equipado de origem, isso sim, com um muito prático quebra-vento frontal que encaixava por cima da cabine dos pilotos.
(Sim por que este veículo era sempre pilotado por dois profissionais do volante:
Lembras-te Nuno quando dei sinal de luzes à polícia em S. Carlos porque achei que tinham os médios muito altos?! Vieram atrás de nós e tiveste que soprar ao balão.)

Este quebra vento era mais tipo encosto e permitia que qualquer dois maganos se empoleirassem por cima da cabine.
Estes dois auxiliares de pilotos, podiam então dar uma preciosa ajuda quando se tratava de caçar coelhos à noite à paulada depois de sair da discoteca Jump.
Também servia para carregar com um grelhador oferecido pelo Cidadão da Fonseca carregado de restos de sardinhas grelhadas na última tainada na Quinta de Portugal.


Este carro fez parte da loucura colectiva que levava a carregar num só veículo muita gente, sei lá quantos. Entre 10 e 30 quase sempre, nas viagens entre Angra, Jump, Terra Chã. E também para o Aeroporto nas Lages, quando uma operação Stop contabilizou 8 notáveis colegas, alguns dos quais a dormitar na parte de trás da carrinha que foram ilibados por se tratar da despedida da Xana, com hora marcada para apanhar avião.


Assim se foi fazendo a história deste carro até que em 1998 foi dado como bom de coração (motor), mas muito mal de ossos (chapa e suspensão). A corrosão provocada pelos vários anos de morada em S. Pedro perto do mar ditava o seu fim.

Foi-lhe retirado o motor e num último suspiro deu a volta á iLha num campeonato regional de Rallie do qual não houve notícias mas tenho por certo deu grandes provas.


Numa última homenagem pede-se a quem tiver fotos que as poste aqui.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Mais uma festa no DCA

Legenda: Janyne, Jacinto, eu, Helena Flor de Lima, Hélder e Miguel Bezerra.

Para recordar mais alguns colegas que me fizerem passar por momentos de grande alegria na Terra Chã, aqui deixo esta fotografia, já do século passado, é verdade!

Não faço a mínima ideia de que festa se tratou, não pela fermentação anaeróbica a que tenha sido sujeita, mas por isso mesmo … a imagem está muito escurecida!

Terá sido no ano de 1987 ou 1988, mas os retratados e, eventualmente, outros que lá estiveram, poderão auxiliar-me nestas minhas memórias mais ténues.
Não me posso lembrar de tudo...!

Como podem constatar, o tempo até nem não passou muito por nós…

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

"Campeões de Volei da Ilha Terceira"


Depois do sucesso na ilha... partimos para a aventura regional com passagens pagas e 20 contos (por jogo) para despesas.
Andamos pela Graciosa, Faial, Pico, S. Miguel e Sta. Maria.
Táctica: evitar apanhar com bolas na cabeça...
Todos tinham as suas "artes". Destaco o homem do trompete (Pajoca).
Faltam aqui uns quantos...
Histórias... eles que as contem...
O fotógrafo era também treinador, capitão de equipa, dirigente, tesoureiro e, obrigatoriamente o mais sóbrio...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Qual S. José Solipa, qual C


Não digam que fiquei com inveja, que é mentira.



Gostei muito do papel que me coube no Presépio e nem podia ser de outra maneira, porque tal como o disse o Rabiçais, quem anda sempre de roda das manjedouras sou eu, eu é que me chamo Jesus e a Maria faz tudo para se emparelhar com o eleito!





Mas digam lá que este gajo não tinha muito mais pinta para S. José. Com DUAS Marias, e das boas, a caminho de Belém ....ou seria da Praça Velha!








P.S. o que eu queria mesmo, era ver estas e outras Marias daquele ano, a aparecerem por aqui!





Bjs e abraços
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