Imagem 1 (da frente para trás) - Pedro Manaças, Rafael, Nini, João Cassinelo, Helena Flor de Lima, Nuno, Tó Zé (Gongo), Gena e João (Farinheira) - Ano lectivo de 82/83.Em 1982, quando entrámos para o DCA, o sismo tinha ocorrido há apenas 2 anos e Angra ainda se encontrava completamente devastada pelo mesmo.
A nossa vida académica prosseguia normalmente, de dia!
Mas à noite? Quando nos aprontávamos para estudar, éramos sempre interrompidos.
Era mesmo a energia eléctrica que nos pregava a partida, o que acontecia dia sim, dia sim!
Mas que aborrecimento, porque lá se iam os estudos!
Dentro das luxuosas instalações que tínhamos, nem pensar em ficar.
Os habitantes do Jurássico invadiam o Contentor, e era hora de delinear a estratégia para a noite. As freiras do Convento saiam de noite, somente em tais ocasiões. E os que moraram nas redondezas do largo da Igreja, logo se apressavam a aliarem-se a tal ajuntamento, e depressa se reuniam uns quantos.
Numa destas noites, certamente depois de ingestão de uma bebida feita de cevada, e como a fome já começava a ser anunciada, lá se arranjou uns enchidos, trazidos nas férias e ... mãos à obra!
Havia que dar luz e assar os enchidos! Onde?
Na rotunda da Igreja, claro, porque não tinha alcatrão!
Acto pensado, acto executado, e fogueira feita.
O João Cassinelo à viola, no seu improviso de letras dirigidas aos colegas, em estilo Blues, e uns quantos à volta, às ordens do maestro, com notas bem diferentes, mas que até nem se notavam nada!
E esta animação prolongou-se no tempo. Ninguém se pautava pelo relógio.
Estávamos nós em pleno auge da nosso merecido convívio, quando vimos surgir um carro com uma luzes a darem mesmo nas vistas!
As portas abriram-se num rompante e simultaneamente, e eis que surge a autoridade policial!
As palavras proferidas foram: “Dispersem-se, dispersem-se…”! E várias vezes foram repetindo esta frase, perante tão pacato grupo, que não ofereceu sinais de resistência. Até nem nos importávamos que connosco confraternizassem! E não sei se houve quem tentasse!
Mas tivemos mesmo que nos dispersámos do largo da Igreja, e lá fomos fazer pousio noutro local, já dentro dos portões da Universidade.
Agora imaginem o ano de 1983, com este cenário. É deveras hilariante!
A nossa vida académica prosseguia normalmente, de dia!
Mas à noite? Quando nos aprontávamos para estudar, éramos sempre interrompidos.
Era mesmo a energia eléctrica que nos pregava a partida, o que acontecia dia sim, dia sim!
Mas que aborrecimento, porque lá se iam os estudos!
Dentro das luxuosas instalações que tínhamos, nem pensar em ficar.
Os habitantes do Jurássico invadiam o Contentor, e era hora de delinear a estratégia para a noite. As freiras do Convento saiam de noite, somente em tais ocasiões. E os que moraram nas redondezas do largo da Igreja, logo se apressavam a aliarem-se a tal ajuntamento, e depressa se reuniam uns quantos.
Numa destas noites, certamente depois de ingestão de uma bebida feita de cevada, e como a fome já começava a ser anunciada, lá se arranjou uns enchidos, trazidos nas férias e ... mãos à obra!
Havia que dar luz e assar os enchidos! Onde?
Na rotunda da Igreja, claro, porque não tinha alcatrão!
Acto pensado, acto executado, e fogueira feita.
O João Cassinelo à viola, no seu improviso de letras dirigidas aos colegas, em estilo Blues, e uns quantos à volta, às ordens do maestro, com notas bem diferentes, mas que até nem se notavam nada!
E esta animação prolongou-se no tempo. Ninguém se pautava pelo relógio.
Estávamos nós em pleno auge da nosso merecido convívio, quando vimos surgir um carro com uma luzes a darem mesmo nas vistas!
As portas abriram-se num rompante e simultaneamente, e eis que surge a autoridade policial!
As palavras proferidas foram: “Dispersem-se, dispersem-se…”! E várias vezes foram repetindo esta frase, perante tão pacato grupo, que não ofereceu sinais de resistência. Até nem nos importávamos que connosco confraternizassem! E não sei se houve quem tentasse!
Mas tivemos mesmo que nos dispersámos do largo da Igreja, e lá fomos fazer pousio noutro local, já dentro dos portões da Universidade.
Agora imaginem o ano de 1983, com este cenário. É deveras hilariante!
PS. Marques, a foto 1 certamente que te trará boas recordações!


