sábado, 29 de novembro de 2008

Colheita de 1992/1997


Grande colheita a deste ano!
Tantas vezes me têm pedido para postar, que enfim, decidi-me.
Na verdade, e como já tive oportunidade de referir, não possuo o dom da escrita, mas estas fotografias inspiram-me!
Tanta gente que nunca mais vi. Tanta gente que partilhou comigo os melhores anos da minha vida. Sim. Os melhores anos da minha vida, porque como eu costumo dizer, comia, bebia, fumava, ...., e o meu pai pagava.
Destes anos, só me arrependo do que não fiz e olhem que não fiz pouco. Até cabulei!
Por falar em cábula, tenho algumas engraçadas para contar, mas tenho dúvidas se os "crimes" já terão prescrito. Mas se a EDA não apareceu para processar quem adulterava os contadores, não me vão retirar o diploma, pois não?
Um dia, borrei-me todo. Aguardávamos no corredor pelo professor. Tinha a cábula dentro do maço de tabaco e este aparece e crava-me uma cigarro. Passei-lhe o maço para a mão (obviamente que eu tremia que nem uma vara verde), ele tirou um cigarro, que me prontifiquei a acender e devolveu-me o maço! Ainda hoje me pergunto se terá visto!?
Passemos a diante.
Estas fotografias são da nossa noite de glória, a noite em que cortámos o cabelo aos caloiros e da nossa consumação como engenheiros, o dia da bensão das pastas.
Mas no fundo, o que eu queria mesmo, era que estas fotografia motivassem a malta que nelas aparece a participarem neste blog, a que já alguém chamou de sala de convívio e certamente que quem conviveu na sala de convívio da Terra-chã, percebe o valor dessas palavras. Sei que alguns acompanham o blog, mas nem um pio dão.
Porquê? Não sei. Mesmo para esses, um grande abraço.

21 comentários:

Graciete disse...

Malva,
A partilha de momentos vividos no DCA é o que nos une aqui.
Também guardas boas recordações deste tempo, pelo que vejo.
Como te disse, não conheço nenhum dos colegas, mas não deixo, por isso, de ter algo para dizer.
Constato que seguiram o caminho que foi desbravado por nós, o que muito me alegra.
Sabes que a primeira festa do corte de cabelos foi efectuada no meu ano (82/83), pelos colegas mais antigos?
Os “barbeiros” associaram a Festa de S. Martinho aos “cortes”, sem que os meus colegas soubessem que era este o desfecho.
Quanto à colheita, eu diria que é muito subjectivo. Depende do enólogo!
A colheita de 1982/1983 foi a melhor, para mim!
Éramos cerca de 60 figuras sui generis, o que movimentou muito a pacatez e a calma que existia então, não só no DCA, como mesmo na própria freguesia da Terra Chã. Nem imaginas!
Não tínhamos os trajes académicos que embelezam a tua colheita.
Mas trilhámos o caminho para vocês os terem. E, a alegria me dá de vos ver nesta foto todos trajados, representa também o percurso de todos os colegas que vos antecederam.
Espero que continues a partilhar connosco as tuas vivências.
Bem hajas.

Atlante disse...

Boa Malva!!!
Parabéns pelo 1º post!!!

Joaquim Leça disse...

Olá, Malva!

Para quem diz que não tem jeito para a escrita, não está nada mal, não! Bem, pelo contrário! Parabéns!
Na foto da festa dos cortes, consigo vislumbrar as minhas conterrâneas, a Ana Jesus e a Guida Gomes, que são minhas colegas na DRADR Madeira.
Um abraço e parabéns pela primeira postagem! Venham mais!!!

Adelaide disse...

Malva, subscrevo o que os colegas anteriormente disseram! Continua, vais no bom caminho. Agora é preciso que esta gente mostre que realmente é uma boa colheita, amadureceu e que agora se pode apreciar nesta sala de convívio! Quanto às melhores colheitas havemos de falar mais tarde, nas provas!

Graciete disse...

Adelaide, em provas já estámos especialistas!!!!

Oli disse...

Alguém viu a Paula Tonel?

António Pedro Malva disse...

A todos, um obrigado pelos vossos elogios, em particulat à Graciete, que me parece ter uma visão muito diferente sobre o que dever ser este blog e com a qual ainda tenho muito que aprender... parece-me.

Só quero deixar claro,que eu não digo que foi a melhor colheita. Mas asseguro-vos que foi uma grande colheita.

Quanto aos caminhos que trilhámos... obviamente que já tinham alcatrão, Mas não é sempre assim? Os primeiros é que têm de desbravar o mato. Quem vai a seguir, tem sempre o trabalho facilitado!
Também por isso a minha geração vos deve um obrigado.

Lamento não ter conseguido fazer mais, para instituir uma tradição que se podesse deixar às gerações futuras, pois nos meus últimos anos, havia mais anarquia, menos camaradagem e menos união. Daí para a frente, só posso prever que se tenha degradao ainda mais...
Fiz muita força para a regulamentação da utilizaçã do Fato Acadécamico, porque acredito naquilo que representa, mas porque para alguns era penas uma albarda bonita, nunca consegui fazer grande coisa!

Enfim! Para mim foi bom e pronto.

E tu André,não tens mais nada para dizer?

um abraço a todos

Graciete disse...

Malva,
Agradeço as tuas palavras.
Mas estou aqui com a mesma visão que também têm outros colegas nossos. Poderão não ser todos, mas cá estão, como eu, com as suas mentes abertas. Apenas, somos diferentes, mas a diversidade é que nos enriquece.
Todos os dias, felizmente, que aprendo. Não me importa com quem.
Apenas gosto de prestar atenção a todas as pessoas.

Oli disse...

Meu camarada de luta académica:
Tenho a dizer-te que conseguiste trazer aqui uma foto que não tinha, cuja imagem estava perdida no fundo da minha memória.
Na realidade tive que me esforçar para me encontrar no meio desta "Colheita"como lhe chamaste.
Acredito que por vezes guardamos bem fundo os momentos que nos marcaram. Inconscientemente procuramos mantê-los bem longe dos dias actuais onde o tempo passa veloz e não os permite sequer usufruir de momentos como este.
Obrigado pela partilha.
Parece-me ser esse o maior lema deste Blog: partilhar. Partilhar no recriar do espírito que vivemos naquela Ilha onde aprendemos mais que tudo o sentido da FRATERNIDADE, SOLIDARIEDADE E IGUALDADE.

Presidente disse...

Apoiado!

Adelaide disse...

A 1ª Benção das Pastas do DCA foi feita pelo meu ano, penso que em 1991 e eu fui a 1ª aluna que apresentou o Estágio com o Traje académico!

Silvia disse...

Olá gentes de 92/97! Muitas saudades de todos...
Tanta gente que não vejo há anos.
Parabéns Malva pelo post.
Olá André... há que séculos que não sabia de ti. destas fotos só tenho tido algum contacto com o JP, o Paulo Machado, a Ana Rita, o Sérgio "Limiano" (pelo telefone)de resto desapareceu tudo...
André sei que a Paula Tonel anda cá na Terceira criou uma firma de jardinagem mas não a tenho visto.
Beijinhos para todos e entrem em contacto. Sílvia

Carlos Solipa disse...

Pedro,só ontem é que te consegui identificar, a fotografía está diferente, desculpa.É bom saber que também és de uma boa colheita e que também ajudas-te a desbravar caminho por aquele DCA onde tantas coisas boas aconteceram, nomeadamente a nossa juventude. Um abraço e felicidades.
Carloa Solipa

António Pedro Malva disse...

Pois é Carlos

e tanto quanto sei, vivemos na mesma casa. O famoso C9, ou o casino, como lhe chamavam!

Não fazia a mais pequena ideia que tinhas feito o curso nos Açores!

um abraço

Graciete disse...

Oh Malva, andas muito distraído!
Já de falou tanto no Solipa aqui.
Já apareceu até como Dom Carlos das Neves!
Como Talibã e até já veio de burro para o Blog...
Tens de ler tudo desde o início.

Adelaide disse...

Estas fotos merecem legenda! Quantos daqui já se inscreveram na aaacaua? Por onde andam?

Oli disse...

OLá Silvia.
Também já cá moram saudades da malta da Terceira e de ti particularmente.
Um abraço deste lado do mar.

Barreto disse...

Malta desafio-te a partilhares essas boas memórias visuáis que viverão sempre dentro de nós. Agradeço-te mesmo. As minhas infelizmente tenho poucas, estou a tentar encontrar algumas fotos, não tenho tido sucesso.
Alguém sabe do Coiote? E do Lobo?
abraxos a todos com saudade

Silvia disse...

Olá Nuno, como te estás a dar pelo Faial?
o "coiote" Sérgio tá na terra dele, Ponte de Lima, se quiseres dou-te o telefone dele. Do Lobo infelizmente tb não sei nada. beijinho

Atlante disse...

O Amigo Pedro Lobo anda a cuidar das vinhas na Bairrada!!
Se quiserem tenho nº dele!!

Carlos Solipa disse...

Pois é António Pedro o mundo é realmente pequeno, mas ainda bem, pois dá a oportunidade de podermos conhecer pessoas e fazermos amigos por onde passamos. Aquele C9 era realmente um local de peregrinação, onde havia sempre de beber e comer a par com a boa disposição.

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