segunda-feira, 27 de outubro de 2008

À procura do(a) bicho(a) que deitou a mão à massa

Era um dia de tourada à corda na Terra-Chã e a primeira vez que assistia a um evento desta natureza, e muito provávelmente, não seria o único, por isso era necessário estarmos bem seguros de preferência, num local alto. Então, e à boa maneira Terceirense, lá fomos em magote e uns debruçados e outros sentados lá fomos assistir, só faltava mesmo os guarda-chuvas ou os guarda-sóis para ser um quadro perfeito.
Via-se, por isso ,que o pessoal era mesmo estrangeiro ... nem todo!
A tourada realizava-se no terreiro, e os nossos colegas que ali viviam, logo se apressaram a convidar-nos para este festejo. E na casa da Helena Trindade, do Vasquinho, e penso que, da Mónica e do Rui Amador, que a memória também me falha, as preparações para a largada devem ter comaçado cedo, com as cervejas e os petiscos habituais nestas ocasiões. Amalta estava toda animada para ver este espectáculo que se passou precisamente no dia 23/05/1983. Nem mais nem menos.
A fotografía ilustra bem esse dia com alguns dos nossos colegas da altura, mas nem todas as pessoas da fotografía eram estudantes na Terra-Chã. Ora aqui havia um(a) infiltrado(a). Quem será? Será o (a) que deitou a mão na massa? Responda quem quiser e mais não digo, só sei que as tropas andavam era preocupados com a 1ª Garraiada daUiversidade dos Açores e tinham era mesmo de dar o corpo ao manifesto, para ver se angariavam algum dinheirinho para que a coisa não desse prejuíso e por isso andavam por ali alguns a treinar para fazer boa figura na garraiada.
Cá o "Je" também lá estava! E perguntam vocês onde é que estou? Pensem um bocado!
Colegas presentes: Nuno Sousa, Henrique Rosa, Gongo, Samuel, Menina de Angra, Paula Henriques, Chico Sampaio, Pedro Pi, Pedro (S.Miguel)
Como podem verificar a Graciete não falhava uma, estava sempre em todas e como tal não podia deixar de fazer este comentário. Já agora, o fotógrafo, era eu.

11 comentários:

Presidente disse...

Agora sim!
Está tudo esclarecido na minha pobre cabeça esclerosada!
Mais não digo!
A seguir a mim muitos comentários serão feitos.
Solipa, naquela tourada não davam nome aos "bicho(a)"?

Presidente disse...

Caro presidente
Bem haja por esta iniciativa que nos está a permitir recordar os bons tempos passados na Terra Chã.
Chamo-me Eugénio Luís Fraga Diogo (conhecido apenas por Diogo) e passei pela Terra Chã em 84/85-90, o meu contacto telefónico é (apagado).
A memória não é o meu forte daí não me comprometer a contar histórias no blog mas talvez consiga encontrar no baú das recordações algumas fotos interessantes nomeadamente para completar a postagem do Manel sobre a famosa tempestade de 86 pois recordo-me de fotos das casas amarradas mas ainda não as consegui encontrar. Um abraço e até breve (espero)
Diogo

Graciete disse...

Solipa,
Até que é enfim que fazes um Post digno, com fotografia, a relembrar as tuas e as nossas memórias!
Estive tentada a pensar que já tinhas perdido o jeito...e já tinhas arrumado as botas!
Vá lá...a coisa parece que não está muito má, à primeira vista!
Gostei tanto de tu me teres destacado, adorei!
Só não percebi quando dizes que "Colegas presentes:...Menina de Angra..."
E eu? Não fui tua colega?
A Menina de Angra, não foi minha colega! Foi tua?
Depois apareço como se fosse um bicho(a)!
Olha que não percebi mesmo nada disso!
Este final da história vai ter que ser melhor contado, porque não estou a achar graça.

Manuel Loureiro disse...

Boa Solipa, que foto, é mesmo para matar saudades daquelas touradas da terra chã vistas a partir da casa do Vasco e do Rui.
Tendo por vizinho um agricultor da Terra chã de que não me lembro o nome mas que cabe aqui referir que sempre foi um grande amigo dos estudantes da universidade, aliás penso que foi ele que nos emprestou as charretes para a nossa tourada.
Lembro-me de uma tourada no primeiro ano, em que muito ainda estava em reconstrução, e que para fugir ao touro entrámos por uma casa que ainda não tinha portas nem janelas, eu o Carlos Costa e mais alguns, quase de certeza o Vouzela, no largo da terra chã ao cimo donde se divide em dois caminhos, mas dizia eu, fugíamos do touro para dentro da casa mas sem porta o touro foi atrás de nós e nós em corrida acelerada entramos pela porta da frente e saímos pela de trás, só que não reparámos (antes da queda) que o que era rés do chão pela frente era por trás um primeiro andar, foi divertido!
A Graciete está visto que não percebeu a tua postagem, um dia tens de explicar a coisa melhor, mas penso sinceramente que não vale mais a pena bater no molhado

Carlos Solipa disse...

Graciete, tu tens sempre um lugar de destaque, até na fotografía estás diferente dos outros. Toda a gente está sentada, só tu estás de cocoras e o Chico Sampaio está com um sorriso malandro e não lhe consigo ver as mãos, o que será que ele estaria a pensar? Se fosse eu dizia logo: Olha que rico cú tão a jeito de levar uma apalpadela.
Neste caso quem foi apalpado foi a massa, passado algum tempo é claro, diria mesmo que o assalto, nesta altura, já estaria a ser planeado.

Graciete disse...

Manel,
Também não percebi quando ele diz que eu "estava sempre em todas", quando ele é que "estava sempre em todas"!
Já se esqueceu do rol...delas!
Manel, não te preocupes! Foi só um trocadilho!

Graciete disse...

Carlos,
Nunca aconteceu isto neste Blog.
Publicámos ao MESMO TEMPO.

Graciete disse...

Carlos,
Felizmente que não eras tu que por lá estavas!
O colega era meu amigo e não tinha a mente suja como a tua.

Adelaide disse...

Nuno continuas a virar as costas? Olha que também és um dos procurados!e a tua Maria também não escapa! Carago, estamos à vossa espera!

Alberto Freitas disse...

Amigo Solipa
Parabens pela foto e pelas recordações a que ela me transportou. Não estarias tu tambem presente na noite anterior a esta foto que começou algures em Angra num bar manhoso, ja fora da cidade, e terminou altas horas na Terra Chã em casa do ilustre terrachãsense Manuel Silenciosa?
Lembro-me que enquanto ele deambulava pela casa procurando troféus de caça para nos mostrar, a sua garrafeira ia sendo aliviada. Sim, sempre com preocupações nobres, o coitado do homem não podia beber tudo aquilo iria ser mau para a sua saude.
Nessa noite estavamos eu, o Campelo, o Montras e o Menano não me recordo se mais alguem e não sei quem estariamais etilizado se o Manuel Silenciosa se qualquer de nós mas o que retenho dessa noite foram as garrafas de whiky que foram saindo pela porta, e, a discução do Sr. Silenciosa sobre como os Micaelences falavam mal o português.
Dizia ele em geito de conclusão:

"- Sim que Os cães deles ladrarem como os nossos mas eles não falarem como a gente."

Verdade tambem que a casa da fotografia era nemmais nem menos que a casa em frente ao Manuel Silenciosa por isso os touros mostraram-se pouco, parte por vergonha, que expoliar um velho das sas garrafas não é bonito, parte por receio que o estado etilico do Sr. Manel não fosse tão grave como pensavamos e ele se fosse lembrar de contar a garrafeira.

Graciete disse...

Niger,
Por isso é que a foto está mal tirada!
Metade dela é muro!

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