
Corria o ano de 1984 tudo mudava no DCA, as lutas académicas estavam a começar, a AECA dava os primeiros passos, organizavam-se greves, levantamentos de rancho, nesse contexto e com o lema de “Hoje somos poucos amanhã seremos os mesmos” foi lançado um jornal de actualidades mundanas.
O seu corpo redactorial era secreto, a sua linha editorial somente aos Alcunhas dizia respeito, não estava refém de nenhum interesse económico pois replicava-se de forma natural.
Não tinha periodicidade, aparecia quando lhe apetecia. Todos poderiam ser alvo da sua pena viperina.
Encontrei os quatro exemplares da sua vida efémera, ou, quem sabe, ainda estará por aí no Limbo pronto a aparecer quando menos se esperar.
O seu corpo redactorial era secreto, a sua linha editorial somente aos Alcunhas dizia respeito, não estava refém de nenhum interesse económico pois replicava-se de forma natural.
Não tinha periodicidade, aparecia quando lhe apetecia. Todos poderiam ser alvo da sua pena viperina.
Encontrei os quatro exemplares da sua vida efémera, ou, quem sabe, ainda estará por aí no Limbo pronto a aparecer quando menos se esperar.






