terça-feira, 4 de maio de 2010

Parabéns Pá!!!

Parabéns Pá!!!
Tenho estado na expectativa. Todos os dias a ver se alguém divulgava a grande noticia!
Queria por este meio, publicamente e em comunidade, dar os Parabéns ao meu querido Amigo e Colega Jorge Carvalho pela chegada de seu rebento dia 23 de Abril e que tanto quanto me disse É UM REBENTÃO LINNNNNNDO DE DOER!!!!
Como até esta altura ninguém o fez, cá estou mais uma vez a dar uma de paparazzi (como já me apelidaram) a divulgar as novidades mais ou menos em primeira mão…..
Agora nós, Jorge, Angélica e pequena Beatriz;
Glückwünsche, Congratulcions, félicitations, 生日快乐, em Português, venham mais cinco, onde cabem dois cabem mais quatro ou cinco, hája saúde!
Disposição, amor e ternura já cá moram às paletes. Para o que for, já sabes que podes contar CÁ CUS CUMPADRIS !!!!

Um abraço Isabel Veloso

sábado, 1 de maio de 2010

Alô...

AUTORES MEMBROS DA EQUIPA

Bolinha
carla cerdeira
Jorge Carvalho
ana mourisco
MigBez
Manuel Letras da Luz
DIOGO
Joaquim Leça
Alice C. Rocha
Tó-Zé Gaio Pereira
graça
Ana Luisa
sonia
Pedro Bento
Barreto
Leonor
Pedro Pi
Sérgio Moreira
Luísa Benevides
Candida
Betty Gil
Luís Elmiro
João
Maria Filipe
Sandra Agualonga
João Paulo
ricoupina
Mendes
Alberto Freitas
Zita
JPBarreiros
João Correia "MR"
QL
AAACAUA
Isabel Alvaro
Arlindo
Lírio roxo
Alexandre
Graciete
Celestina e João
JAGPacheco
Celestino Magalhães
Paulo Fernandes Sprite
Maria Helena
ck
Duarte Moreira
Raquel
Nini
Matilde
Cristina
Dina
Teresa Valdiviesso
Carlos Solipa
Emília Barreiros
Bruma das Ilhas
Helena Flor de lima
António Pedro Malva
Francisco Marques
Joaquim Marques AC
João Silva 1988/1992 - DCA
Maria de Deus
Fernanda
Pedro Manaças
Vítor Dias
Veloso
Paulo Monjardino
Susana
lucilia bravo
Manuel Loureiro
Oli
Tiago Silva
Gloria
Neto
Noémia
Luis Rocha Homem
Carlos Mendes
rafael
carla Ávila
João Porto
Adelaide
Michael

quarta-feira, 28 de abril de 2010

AGRADECIMENTO ESPECIAL


Agradeço a este casal de colegas, a Leonor e o Dinarte, que pessoalmente só conheci naquele dia mas, ainda assim, foram duma simpatia, duma generosidade, duma hospitalidade enorme. Levaram-me a passear pela sua Ilha da Madeira e fizeram questão de que eu conhecesse, muito bem, o rochedo da Penha de França no Nordeste da Madeira. Simplesmente fantásticos!
Agradeço a quem trabalhou e se esforçou para que a Ilha da Madeira, as suas ribeiras entulhadas e tumultuosas, se apresentassem limpas. Impressionante a profundidade da ribeira e imaginá-la toda cheia de pedras e lamas e destroços resultantes daquela fatídica tempestade. Os Madeirenses deram uma lição como se reconstrói em tempo recorde. Não resisti a admirar as muitas quedas de água nos passeios pelo lado Norte da Ilha.
Agradeço o almoço(atenção: este paguei!), aquele bacalhau assado acompanhado com batata assada na brasa, batata doce assada e milho frito e salada. E que dizer da companhia, dos colegas de serviço do Dinarte que foram duma simpatia e me trataram com muita amizade e cordialidade!
Obrigado Leonor Reis, por tudo, mas especialmente por teres tirado o dia para me aturar, ido buscar e colocar no aeroporto.

Ao Leça, agradeço noutra altura, quando ele me apresentar a sexagenária que sacou da Jamp!

domingo, 25 de abril de 2010

25 de Abril, é Domingo!

O repórter de microfone em punho, em plena Avenida da Liberdade, capta a resposta duma criança à pergunta mais fácil de responder: "Sabes que dia é hoje?"

Sei, é Domingo!

sábado, 24 de abril de 2010

CARTA À MINHA FAMÍLIA

Querida família D.C.A,

Como vão? Nós, cá por casa, estamos bem de saúde e já estamos a preparar o plano de contingência para a epidemia que se anuncia.
Escrevo-vos, preocupado, querendo deixar-vos um alerta sobre essa doença grave que pode, a breve prazo, dizimar a nossa família.
Somos, todos, uma família especialista em produção. Nascemos e crescemos para dar ao Mundo que nos rodeia novas e rentáveis produções de alimentos que, a breve prazo, iriam erradicar a nossa deficitária produção alimentar.
Os nossos títulos, agora designados com termos pomposos, inicialmente reflectiam no nome a razão da nossa existência: Licenciados em Ciências Agrárias nas opções de Produção Animal ou Vegetal. Só lhes mudaram os nomes mas, a base curricular manteve-se. Em 1978, Portugal deixava de ser uma potência colonial, os bens alimentares oriundos das Áfricas terminavam e era preciso cuidar de alimentar um país inteiro com uma agricultura atrasada nas técnicas, atrasada na dimensão, atrasada na eficiência, atrasada na dimensão da mão de obra especializada de apoio à actividade dos agricultores. Nessa altura, já cá tínhamos técnicos válidos, Agrónomos, Regentes Agrícolas e Veterinários mas eram poucos, porque poucas eram as Universidades e Escolas técnicas que os formavam. Foi , portanto, nesse fim de década de 70 que foi criada a Maternidade que nos fez nascer e crescer. O país, nessa época e décadas posteriores, tinha 30% da população activa ligada à agricultura. Era muita gente e a produção escassa, a maioria para autoconsumo. As expectativas eram grandes, as potencialidades enormes, a tarefa árdua, o nosso futuro enquanto família promissor. Valia a pena tudo: as cadeiras de plástico com apoio lateral, a biblioteca pequena naquele espaço amplo, a falta de Professores, as aulas recebidas em bloco, as só seis salas de aula, os laboratórios ainda em montagem, a granja experimental sem experiências relevantes, as estufas montadas para o doutoramento do Engenheiro Gago da Câmara, as conversas com o Engenheiro Farias, os alojamentos precários, a vida académica dimensionada à pequenez da academia, a ilha em reconstrução. Tudo isto valia a pena porque o futuro era risonho.
Em 1984, estava eu já no 5º ano, na sala de professores do Liceu de Angra, onde eu dava aulas de agricultura, escutei o saudoso Dr. Valadão dizer preocupado, a propósito das notícias surgidas após a tomada de posse do Governo do Bloco Central, liderado pelo Dr. Mário Soares(PS) e pelo Dr. Mota Pinto (PSD), sendo Ministro da Finanças o Dr. Hernani Lopes, “o país está na banca rota”! Escutei e calei. Estava a acontecer a Portugal, naquela altura, uma coisa diversa da esperança de futuro que absorvi nos bancos vermelhos de plástico da Terra Chã. Era muito novo para perceber tudo, além de que a vida não me era, já nessa altura, fácil, razão porque tive que dar aulas para custear o meu curso. Terminado o curso, abandonado a ilha, no Continente, vivi a angustia das notícias que o Dr. Valadão me tinha dado a conhecer. E o que mais ouvi, na procura de emprego, era que no Estado estavam as vagas cheias, sobrelotadas até com a inclusão dos técnicos vindos das ex-colónias. Futuro, futuro mesmo diziam-me “é em África, trabalhar para o Samora Machel em Moçambique, porque em Angola está tudo em guerra”.
Vinte e seis anos após, as notícias no país são idênticas! Estamos à beira da banca rota, muito parecidos à Grécia.
Entretanto o que aconteceu ao nosso mercado, à nossa agricultura? A população activa na agricultura diminuiu drasticamente, a produção agrícola diminuiu também, e o numero de Licenciados em Ciências Agrárias aumentou exponencialmente. Há aqui uma contradição! A nossa entrada no mercado de trabalho, pois somos uma família que se formou com o objectivo de aumentar a Produção Animal e Vegetal, resultou afinal na diminuição da produção! Culpa de políticas erradas? É provável! 
A vida, é dos livros, dá muitas voltas! 
Há gente da nossa família nos organismos oficiais, há-os a trabalhar no sector privado, há gente a trabalhar fora da actividade para que se formou, há gente a trabalhar, simplesmente para ganhar um salário e há gente que já não consegue arranjar trabalho! Há cada vez mais gente da nossa família que não consegue arranjar trabalho! Em consequência disto, os cursos universitários estão em restruturação, as vagas a ser diminuídas e, mesmo assim, a não ser totalmente ocupadas. 
A família D.C. A. está em vias de desaparecer? 
A Terra Chã vai fechar! Mudaram-se para um edifício novo, com melhores condições materiais e pedagógicas. Os da nossa família que enveredaram pela carreira académica terão, agora, mais experiência, melhores condições para ensinar, mas que esperança transmitem eles aos seus alunos, futuros membros da nossa família? 
Querida família, certamente que, o paradigma dos novos Licenciados é diferente do nosso. Sabem que no Estado não têm futuro, nas industrias agro-alimentares também não, como técnicos, à luz dos exemplos conhecidos, que apoiam os agricultores no seu dia-a-dia, também não lhes dará satisfação aos anseios da vida moderna. O que irão eles fazer?
O Mundo está a precisar de cada vez mais comida. Produzir alimentos vai ser crucial para o futuro da humanidade em constante crescimento demográfico. Mas, atente-se, na Europa e no nosso país a população está a diminuir, significa que onde é preciso produzir e alimentar é fora da Europa. Vamos voltar àquilo que me disseram há 26 anos atrás: “emigrar para poder trabalhar em Ciências Agrárias”?
Bom, se assim for, a nossa família D.C.A. terá algum futuro,  poderão até abrir-se delegações pelo Mundo!
A ver vamos mas, estou muito preocupado!
Um beijinho às crianças, e até ao nosso próximo encontro! 
Deste vosso familiar,
Joaquim Marques

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Jantar DCA na Madeira (17.4.2010) - III e último Acto


E a noite continuou para os resistentes no "N.º 2 É p'ra Poncha" em Câmara de Lobos...

Amigo Dinarte a cantar mais uma canção...

Normalmente, quem conta uma história é quem dá o colo... Aqui foi ao contrário!!!

Baía de Câmara de Lobos (apesar do barco ter a referência do Funchal) às primeiras horas de domingo (18.4.2010), conversa agradável e umas refrescantes ponchas à pescador de maracujá!!!


E foi assim que aconteceu... Depois, bem depois, um pequeno grupo de quatro resistentes foi dar um pézinho de dança ao Jam (não confundir com a Jump!), a recordar os bons velhos tempos de estudante...

Venha o próximo convívio!!! Cláudia Kay, agora é contigo!!!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Nova Adesão


Olá,

chamo-me Marco Pestana e há mais de um ano que sou frequentador deste blog, sou daqueles que só espreita.
Mas após o magnífico jantar aqui na Madeira aqui estou, como prometido.

Frequência: 1995 - 2001

E-mail: marcopestana.sra@gov-madeira.com


Com os melhores cumprimentos,

Marco Pestana

Jantar DCA na Madeira (17.4.2010) - II Acto

De barriguinhas cheias e bem regados... Eis o II Acto...

Madalenaaaaa, parapapaparapapa!!!

Adeptos e sócios do FCP, sabem quem é? Uma pista, é madeirense...

E se a Leonor quer ser cá da malta, tem de beber esse copo até ao fim, até ao fim...
E vai acima e vai abaixo e vai ao sexo e bota abaixo e bota abaixo e bota abaixo!!!

E se o Marques quer ser cá da malta, tem de beber esse copo até ao fim, até ao fim...

E vai acima... Olha já bebeu, malta!!! Ah valente!!!

Madalenaaaaaaa...

E se o Sancho (que chegou atrasado!) quer ser cá da malta, tem de beber esse co... quer dizer, essa garrafa até ao fim, até ao (hic) fim!!!

O discurso inspirado e sentido do Joaquim Marques... Vejam bem o olhar embevecido da Cristina Rodrigues!!! Marques, o teu talento de retórica tem este efeito devastador no público feminino!!!

A foto de família no final do magnífico repasto... Aqui estamos 14, mas fomos 16 (Ana Jesus mais o marido, o Pedro que é DCA por afinidade ;-) , saíram mais cedo), com algumas desistências. Da esquerda para a direita: Leça, Marques, Sancho, Anabela, Dinarte, Bruno, Leonor, Marco Pestana, Rui Correia e Valter. De joelhos/sentados e da direita para a esquerda, Nuno, Cristina, Sónia e Ana Vera Cruz...

Amanhã, há mais fotos dos verdadeiros resistentes!!! É p'ra poncha!!!

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