sexta-feira, 19 de março de 2010

O sonho de S.José


O Palhaço

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver. O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.Ou nós, ou o palhaço.

Mário Crespo

quinta-feira, 18 de março de 2010

Bancos no seu melhor...

Um homem entrou num banco, foi à caixa e disse:
- 'Eu quero abrir a porra duma conta, na merda deste banco, se 'faxavor!'
A rapariga da caixa, estupefacta, perguntou:
- 'O Senhor desculpe, mas acho que não ouvi bem o que disse? Não se importa de repetir?'
- 'Bem, veja lá se ouve desta vez, caralho! Eu disse, que quero abrir a porra de uma conta, na merda deste banco! Comé?? Demora muito?'
Ela pediu licença, e foi contar a desagradável situação ao gerente, que concordou que ela não era obrigada a ouvir tal palavreado.
Dirigiu-se com ela ao balcão, e interpelou o homem:
- 'O Senhor importa-se de me dizer o que se passa? Há algum problema?'
- 'Foda-se, não há merda de problema nenhum! Eu é que ganhei os 25 milhões no Euromilhões e quero abrir a porra duma conta, na merda deste banco! Foda-se!'
- Ah! Percebo perfeitamente... e esta puta está a complicar as coisas ao Senhor Doutor, não é verdade?'

quarta-feira, 17 de março de 2010

"The 80's"

Muitos de nós, vivemos os loucos anos 80 no DCA...
E que melhor música (David Fonseca) e que vídeo (chama-se a isto "LipDub" - pesquisem pois -, feito por alunos de uma faculdade, o ISCTE) para recordar essa década especial para muito gente...
E agora imaginem se nos anos 80 tivéssemos estas tecnologias... Tínhamos um vídeo parecido a este, mas no nosso DCA!
Boa disposição, é o que é preciso nestes dias cinzentos... E recordar é viver!!!

domingo, 14 de março de 2010

Nova Adesão

Fernando António Mendes dos Santos (Macho)
Engª Agrícola (14 Outubro 1991 - 12 Maio 1997)
Um grande abraço para todos

quarta-feira, 10 de março de 2010

Mais encontros


Restaurante "A Charrette", Monchique

Restaurante "Merca-Tudo", ao Largo Conde Barão, Lisboa

Restaurante "Os Jerónimos", Lisboa


Caros Amigos,

Como é do conhecimento de alguns de vocês, estive no "contenente" entre 19 e 24.2.2010. Nesse período, tive o privilégio de conhecer pessoalmente o meu ilustre homónimo Joaquim Marques e a Raquel Duarte e rever a "Mana" Cláudia Kay, passados 4-5 anos!!!
O Amigo que aparece na fotografia tirada em Monchique, é o meu "Irmão" Rui "Coca-Cola" mais uma Amiga, que apesar de não ter estudado nos Açores, cedo se apercebeu do espírito de união da malta do DCA.
Não me vou prolongar nos comentários, pois as fotografias reflectem bem o estado de espírito desses repastos.
Parafraseando esse Trovador chamado Pedro Barroso:
"À Mesa tudo principia e tudo acaba"...
Bons momentos gastronómicos com gente Amiga... Valeu!!!
Um bom estágio para o jantar DCA de 17 de Abril!



terça-feira, 9 de março de 2010

Para quem procura...

Oferta nº 3141 - Contrato a termo resolutivo incerto com vista ao provimento de 1 lugar de Técnico Superior do quadro de Não Aplicável afecto ao Serviço de Desenvolvimento Agrário do Faial para a área de Engenharia Agronómica, Agrícola ou Agro-pecuária do Gabinete do Secretário Regional da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas, publicitado a 2010/03/08.

Consultem http://bepa.azores.gov.pt/
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