quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

TRIO MARAVILHA

O trio maravilha que fez furor em 2008.
Intervalo para descomprimir - sessão de anedotas (na realidade só uma)!
Contactos para actuações: daveloso@sapo.pt; francisco_gateira@hotmail.com; ajcarvalho1969@gmail.com
Agenda cheia até Novembro de 2018

Notícias do Jurássico II

Quem esteve nos piquetes de greve? Lembram-se?

"Os estudantes decidiram, também, criar piquetes de greve que ocuparão em acto simbólico todos os serviços administrativos, laboratórios, biblioteca, secção de textos, cantina, Secretaria dos Serviços Sociais, Gabinete da Direcção, com vista a paralisar todos os serviços da Universidade à excepção dos telefones."

Ora digam lá que no Jurássico não havia tomates!

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Notícias do Jurássico I


Esta, apesar de repetida, inicia uma série de notícias da nossa Academia tratadas pela sociedade Angrense.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

A TODOS OS QUE VIVERAM O ESPIRITO ACADÉMICO·

A experiência é uma coisa muito interessante. É servindo-nos dela que aprendemos grande parte daquilo que sabemos; por ela orientamos, muitas vezes, os nossos passos; com ela evitamos a repetição de dissabores e procuramos aquilo que já sabemos ser bom. A experiência poderia servir para que a nossa vida fosse muito mais previsível e controlável, mais cómoda e segura, livre de problemas. Felizmente, a natureza possui aspectos desconcertantes que têm o condão de permitir que, apesar de existir a experiência, a nossa vida seja em cada um dos seus momentos uma aventura. Um deles é que a experiência que adquirimos numa fase da nossa vida não nos serve de nada quando chegamos à fase seguinte. Assim, terminada a infância, aquilo que nela aprendemos de pouco nos vem a servir na adolescência, pois ali tudo se torna novo e estranho. Na maturidade tudo se transforma mais uma vez. São outras as cores daquilo que nos rodeia, os desafios são diferentes; temos novas capacidades, que estreamos como quem utiliza um brinquedo novo. Apesar da experiência que vamos adquirindo, chegamos, a cada uma das nossas épocas, inexperientes e inseguros como meninos. A vida, na sua magnífica diversidade, vai-nos oferecendo constantemente novas situações, para as quais nunca estamos verdadeiramente preparados. Estas limitações da experiência forçam-nos a crescer continuamente; mantêm-nos tensos, esforçados. Permitem-nos ter constantemente objectivos diferentes. Dão cor à nossa vida. É assim que nos podemos manter de algum modo jovens em qualquer idade. Quem programou este jogo da vida fê-lo de forma a que ele tivesse sempre interesse. Subimos de nível, saltamos do material para o espiritual, varia o grau de dificuldade, mudam os adversários e o ambiente - como nos jogos electrónicos... Não somos poupados a sofrimentos, mas é-nos dada a possibilidade de reagir e continuar a avançar. Se temos saudade do que ficou atrás, também nos é permitido sonhar com o que está adiante. Se conservamos o sabor de derrotas que tivemos, também planeamos a vitória que se segue. No jogo da vida, as derrotas deixam marcas, as feridas fazem mesmo doer, muitas vezes não recuperamos aquilo que perdemos. Estamos ancorados à realidade e, por isso, para nos divertirmos, para nos sentirmos como aventureiros no meio de tudo isto, temos necessidade de coragem. E de não calarmos aquilo que dentro de nós nos se chama um sonho, clama por aventura, pede para fazermos com a vida qualquer coisa que seja grande. Poderíamos dar ouvidos ao medíocre que quer instalar-se em nós. E evitar, por medo e preguiça, as dificuldades, as complicações, o sonho. Mas "evitar o perigo não é, a longo prazo, tão seguro quanto expor-se ao perigo.
“A vida é uma aventura ousada ou, então, não é nada".
Vivam com intensidade cada minuto.
Autor: Paulo Gerardo com citações de Helen Keller

domingo, 18 de janeiro de 2009

A minha primeira directa...


Foi de facto esta a primeira noite em claro para, de forma assusta, decorar os estatutos do caloiro, pois, o cagaço era mais que muito!
Ao olhar para estes estatutos, vejo agora, que de facto eles não eram mais do que um sentimento de carinho e uma forma delicada que os engenheiros tinham de nos mostrar o seu apreço...
São as praxes, que sem dúvida, se bem feitas, integram a malta e, no DCA, que eu saiba, não houve abusos de maior que pusessem em causa a dignidade humana...
Não concordo com abusos, mas também não concordo com quem quer fazer das praxes uma prática a abolir - haja parcimónia e elas são do melhor que pode acontecer a um estranho na terra, na terra... Chã!
FYI: a mim, foi...

E TU?! COMO É QUE OCUPAVAS O TEMPO?

De Manhã
À Tarde


À Noite


Aos Domingos


Nas Férias


Nos intervalos, estudava!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Cantar às estrelas…

Imagem 1 (da frente para trás) - Pedro Manaças, Rafael, Nini, João Cassinelo, Helena Flor de Lima, Nuno, Tó Zé (Gongo), Gena e João (Farinheira) - Ano lectivo de 82/83.

Em 1982, quando entrámos para o DCA, o sismo tinha ocorrido há apenas 2 anos e Angra ainda se encontrava completamente devastada pelo mesmo.
A nossa vida académica prosseguia normalmente, de dia!
Mas à noite? Quando nos aprontávamos para estudar, éramos sempre interrompidos.
Era mesmo a energia eléctrica que nos pregava a partida, o que acontecia dia sim, dia sim!
Mas que aborrecimento, porque lá se iam os estudos!
Dentro das luxuosas instalações que tínhamos, nem pensar em ficar.
Os habitantes do Jurássico invadiam o Contentor, e era hora de delinear a estratégia para a noite. As freiras do Convento saiam de noite, somente em tais ocasiões. E os que moraram nas redondezas do largo da Igreja, logo se apressavam a aliarem-se a tal ajuntamento, e depressa se reuniam uns quantos.
Numa destas noites, certamente depois de ingestão de uma bebida feita de cevada, e como a fome já começava a ser anunciada, lá se arranjou uns enchidos, trazidos nas férias e ... mãos à obra!
Havia que dar luz e assar os enchidos! Onde?
Na rotunda da Igreja, claro, porque não tinha alcatrão!
Acto pensado, acto executado, e fogueira feita.
O João Cassinelo à viola, no seu improviso de letras dirigidas aos colegas, em estilo Blues, e uns quantos à volta, às ordens do maestro, com notas bem diferentes, mas que até nem se notavam nada!
E esta animação prolongou-se no tempo. Ninguém se pautava pelo relógio.
Estávamos nós em pleno auge da nosso merecido convívio, quando vimos surgir um carro com uma luzes a darem mesmo nas vistas!
As portas abriram-se num rompante e simultaneamente, e eis que surge a autoridade policial!
As palavras proferidas foram: “Dispersem-se, dispersem-se…”! E várias vezes foram repetindo esta frase, perante tão pacato grupo, que não ofereceu sinais de resistência. Até nem nos importávamos que connosco confraternizassem! E não sei se houve quem tentasse!
Mas tivemos mesmo que nos dispersámos do largo da Igreja, e lá fomos fazer pousio noutro local, já dentro dos portões da Universidade.
Agora imaginem o ano de 1983, com este cenário. É deveras hilariante!

Imagem 2 - Largo da Igreja em 1983.
PS. Marques, a foto 1 certamente que te trará boas recordações!

Mais uma foto do Jurássico

1981 Terra Chã
Agostinho, Noémia, Bioucas
Estes distintos colegas estavam no 3º ano.
Entraram para o DCA no ano lectivo 1978/79.
Foto enviada pelo Rui Amador

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

"OS 7 MAGNÍFICOS" na FAP



Ana Luísa, Cristina, Miguel, Helder, Paula, Luís e Janyne


Fomos mais uma vez "lá-lá"...


Mas estamos todos cá...


Falta encontrarmo-nos todos AQUI...


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Minhotos


Caros Minhotos, retirei do meu baú mais uma foto. todos os presentes são minhotos.

Contudo, chamo a atenção aos nossos "dinos" parte da nossa sala de convívio. Claro que deu muito trabalho coloca-la de pé. Também tivemos que assaltar alguns departamentos, arrecadações (serviços sociais) de forma a angariar mobilar e outros equipamentos.

Seja como for, valeu bem o esforço
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