sábado, 1 de novembro de 2008

CALOIROS 83/84


OLÁ


APRESENTO-VOS AQUI IMAGENS DOS BONS VELHOS TEMPOS.

DÁ-SE UM PRESENTE A QUEM DECIFRAR ESTES "TRASEIROS"

BEIJOS

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

HALLOWEEN: Doçura ou travessura?

TRAVESSURA:

Quem são estes?

Ah!Ah!Ah!

Bruxinhas!!!


DOÇURA:

1ª Marcha da Universidade

SANJOANINAS 1992

A todos os SANTOS e SANTAS … lembremo-nos, IRMÃOS

Nós pecadores, que andamos pelos caminhos deste Blog, que tivemos a tentação de, um dia, termos
seguido os caminhos da Terra Chã para chegar até ao DCA, tendo por lá vivido e partilhado pedaços da vida com alguns colegas, tereis de tirar um minuto das vossas vidas agitadas para enaltecê-los, em prol da vocação que agora, embora tardiamente, escolherem.
São agora pessoas exemplares, simples, imáculas, angélicas, cândidas, … virgens!
Recordai-vos de todos os nossos irmãos e irmãs que há 25 anos (mais coisa, menos coisa) se cruzaram connosco nos caminhos do nosso Santuário?
Os irmãos e irmãs que se distanciaram de vós, visitam todos os dias o Blog do Vaticano e esperam que o seu nome apareça na lista dos beatificados.
Os papéis e as cunhas já deram entrada, os conhecidos dos conhecidos já intercederam, e os inocentes andam já com comportamento serviçal, em silêncio, atrás uns dos outros, à espera de ocuparem as cadeiras que ficaram todas vagas, até que o Presidente do Governo do Vaticano, anuncie.
Outros já são cardeais, com vestes vestidas e com porte de quem é importante, sabe-se lá em quê, mas serão Santos!
Como o tempo ide passando, e como não os vedes neste Blog, podereis já chamar-lhes de SANTOS e SANTAS.
Alguns dos escolhidos aguardam ainda pelo merecido e justo cognome.

Ides agora escutar a ladainha que já anda a ser anunciada no Vaticano:

Lembremo-nos de todos os Santos e Santas que connosco privaram!
Agradecei de os teres conhecido! Em coro: Demos graças!
Enaltecei as suas imaculadas vidas!
Em coro: Atendei às suas mentiras!
Perdoai não quererem ser vistos! Em coro: Que fiquem em paz!
Se algum fizer um milagre!
Em coro: Aleluia! Aleluia! Ressuscitou!
Dizei irmãos a uma só voz:


Santo João da Madrugada “ O Imáculo e o Protector das Virgens”, lembremo-nos irmãos!
Santo Alfredo da Borga “O Protector dos Desaparecidos”, lembremo-nos irmãos!
Santa Niniliana “A Santa em Ascensão”, lembremo-nos irmãos!
Santo Miguel Bezerrada “O Seguidor”, lembremo-nos irmãos!
Santo Henrique Rosado “O Filho Pródigo”, lembremo-nos irmãos!
Santo Paulo Monge “O Conselheiro da Fertilidade na Andropausa”, lembremo-nos irmãos!
Santo Fontes d’Água “O Exemplo dos que Secaram”, lembremo-nos irmãos!
Santo Pires Lusitânia “O Conselheiro de como Parecer VIP”, lembremo-nos irmãos!
Santo Neto da Vila “Protector dos Inconstantes”, lembremo-nos irmãos!
Santo Francisco Armadura “Protector dos Navegadores”, lembremo-nos irmãos!

E todos os Santos e Santos que vos lembrais, recordemo-nos irmãos!

Caiu-me agora uma Bruma na retina, que estou a ver o meu futuro muito negro!
Adelaide, se for parar atrás das grades, não do Convento, que já lá estive, vais levar-me uns cigarrinhos?
Bruma do Continente, será que vens a esvoaçar para estes lados e vens piar um bocadinho comigo?
Dona Helena, vai fazer de conta que não me conhece?
Sr. Presidente, prometo que irei continuar a postar, mas estou consciente da censura dos guardas, pelo que vou tratar já dos códigos para nos entendermos!

Mas eles também não lêem ESTE Blog, por isso estou safa!

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Dona Helena

“A saudade é um luto.
Um amor, uma paixão.
É um cortinado roxo.
Que me morde o coração.”

É essa saudade, tão bem relatada na canção popular terceirense, que me faz visitar e participar neste blogue, em tão boa hora criado.
Mas, adiantando um pouco, tinha prometido que mais vezes viria aqui escrever sobre a minha amiga Lena Flor de Lima, que por mais anos que passem continua a ser a mesma “gaja” divertida, mal-humorada q.b, e tantos outros atributos que agora não vou enunciar.
Eu morava em Angra e ela no Convento. Todos os dias tinha a incumbência de a chamar para irmos para as aulas das 8 da manhã. O combinado era eu atirar pedrinhas à janela da Dona Helena. Lindo!
Havia dias que as pedrinhas eram guindadas aos vidrinhos e Dona Helena aparecia com o cabelo virado do avesso, de olhos ainda cerrados e perguntava num tom provocador:
- O que é que foi? O que é que aconteceu?
Bem, pensava eu, teve a jogar às cartas até às tantas. Mas depois respondia-lhe que tínhamos aula e já só faltavam 15 minutos.
Quase com a cara colada ao parapeito da janela, Dona Helena dizia-me sempre:
- Entra, mas não ligues à bagunça.
Eu entrava, não ligava à bagunça e esperava pacientemente, olhando as 500 000 mil violetas que ela tinha no quarto.

Noutros dias, a cena repetia-se até à fase das pedrinhas e lá aparecia ela e dizia:
- Já são horas? Fogo, dormi que nem uma porquinha. Nestes dias tinha um sorriso.

Um beijo para todas as “freiras” daquele tempo.

Cacei mais dois..

Numa visita á hora de almoço a um blogue da concorrencia, http://www.bagosdeuva.blogspot.com/2008/10/antas-de-barros-nos-biscoitos.html descobri dois ilustres colegas que ainda nao deram um arzinho da sua graça. Por isso....arrasto-os para aqui..

Das Catacumbas da Pirâmides


Sabendo eu que alguns dos nossos Colegas mais antigos (dos primórdios do DCA) são leitores deste Blog, mas que até hoje ainda não deram conta de si por estas bandas, decidi colocar uma fotografia, da qual terei de fazer parte para não ser processado juridicamente, para que acordem das "catacumbas das Pirâmides" e assim se façam sentir para que outros dos seus tempos também apareçam. Certamente muitos de vós os conhecem e por isso não será preciso legendar...
Um abraço a todos

Vouzela

Chegou "Caloira"

Aí está o conteudo de uma das mala que foram abertas no "bairro"

Quando a Academia se ENGALANAVA

Os festejos aos calouros iniciavam-se logo que estes pousavam as suas malas em terras da Terceira.
Assim que algum táxi rondava as instalações do DCA, e na entrada principal se via surgir um calouro, havia sempre quem levasse a notícia até ao bar ou às zonas circundantes, e depressa aparecia um bando, muito discretamente, a confirmar a veracidade da mesma.
E era vê-los com o nervosismo de quem vai actuar, à espera da ordem para começar.
Alguns calouros vinham acompanhados do papá ou da mamã o que, para nós, gente valente que tinha ido ao encontro do desconhecido e que não tinha tido estes luxos, era uma afronta, e considerava-se, por isso, que estes eram, sem dúvida, os meritórios mais dignos de uma recepção de “Boas Vindas”, a qual ficaria para sempre marcada na sua memória e da dos seus familiares.
Empunha-se que fossem honrosamente recebidos. Que a Academia os acolhesse e que, simultaneamente, os enaltecesse, mesmo sem tendo prestado qualquer tributo à mesma! Nem a matrícula!
Os inocentes calouros vinham sempre directamente do aeroporto. Garanto-vos!
E, depois de uma longa viagem, muitas vezes já vindos da Universidade, em de S. Miguel, onde pensavam que se situava o DCA, eram merecedores de uma sentida homenagem, AO MAIS ALTO NÍVEL, o que de mais elevado que se podia ter na altura!
E tudo era preparado ao pormenor. Havia quem organizasse, cá fora, os festejos que se seguiriam e os que, lá dentro, aguardavam ansiosamente que o calouro e o papá ou a mamã entrassem na secretária para efectuarem a matrícula, junto da D. Graça.
Mas, já éramos conhecedores de muitos procedimentos! E estes repetiam-se, sempre!
Por isso sabíamos que … a MALA … esta mesmo, ficava sempre, sempre, cá fora, no átrio!
Havia quem rapidamente a tirava do local, juntando-se depois ao bando que se dividia em tarefas, para levar a intenção a concretizar-se num curto espaço de tempo, ou seja, enquanto a D. Graça procedia à matrícula.
E era vê-los na ânsia de encontrarem as vestes pessoais do dito ou da dita, com uma avidez, por veras exagerada, diria doentia, por cuecas e soutiens!
Eram, sem dúvida, as peças preferidas, certamente por serem mais personalizadas e por denunciariam melhor e de um modo mais rápido o perfil interior do escolhido.
Depois do primeiro passo devidamente executado, dirigiam-se em linha recta, como se houvesse uma passadeira vermelha, a passo muito apressado, em direcção aos postes!
Chegados ao local, uniam com nós, de forma extremamente cuidada, as calças, as camisas, as camisolas, tendo sempre como objectivo, respeitar o ênfase das peças de lingerie e que, por isso, se repetiam, entremeadas nas restantes vestes.
Seguia-se o momento da apoteose! Em silêncio, todos assistiam, atentamente, ao cerimonial do içar de tão singular bandeira que, de tão personificada, tinha, quantas vezes, de ser dividida e alargada ao segundo poste!
E lá, no PONTO MAIS ALTO, se saudava e prestava todas as honras ao calouro, vendo-se as bandeiras a esvoaçarem, e se anunciava, também, a toda a comunidade académica, a vinda de mais um.
E a Academia ficava a admirar, ao mesmo tempo que decifrava as cores, os formatos e os pormenores das bandeiras, para a obtenção de preciosas informações que, posteriormente, seriam condignamente utilizadas nas restantes praxes do próprio.
A MALA … que me lembre, era devolvida ao seu local de origem, vazia, claro!
Não terminada ainda a cerimónia, havia sempre quem se incumbia de, de vez em quando, espreitar a porta da secretaria, a fim se registar o preciso instante em que o caloiro homenageado, embora sem a sua presença e sem direito a fazer-se representar, sairia.
Nesta fase, toda a comitiva já se encontrava com o sentido de dever cumprido e dispunha-se informalmente, com um ar deveras descontraído, mas muito discretamente expectante.
Só se encerrava o acto oficial, quando, presencialmente e condignamente, o homenageado reconhecia e anunciava as bandeiras içadas. Era o seu dever para com todos nós!
Finalmente, ouvia-se o discurso que todos ansiávamos e nas nossas caras estampava-se a alegria e o orgulho da compensa do serviço prestado.
Estava terminado, para nós!
Ao caloiro, cabia a tarefa de retirar as bandeiras e deixar os postes prontos para a recepção de outro!
E era assim que a Academia se ENGALAVA nos princípios dos anos 80.
PS: As vossas memórias "esclerosadas" não me digam que não se recordam disto!
Vou ver quem se lembra, e sei de quem por aqui anda e que também teve direito a bandeira!

Viagem de Finalistas 89

Desculpa lá Presidente mas encontrei estas fotos e não resisti a postá-las.
(clica na imagem para vizualizar maior)
Lembram-se desta nossa viagem de finalistas a Cabo Verde?

Vejam o Alfredo de pólo azul e o Tomás Dentinho a dançar na praia comigo e com o João Carlos "cineasta". Foi inesquecível e fomos muito bem tratados. Até tinhamos cozinheiras que nos preparavam o peixe que eu ia apanhando.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

RECLAMAÇÃO ATENDIDA!


Caríssimo:
Agora que estive a passar os olhos pelo Blogue dos Antigos Alunos reparei que a minha foto foi retirada. Pelo que me apercebi, por uma mensagem tua, o Blogo sofreu um "ataque" e pelos vistos fui um dos "alvos" atingidos. Vê lá se queres que me torne a inscrever, caso não tenhas a solução para o problema
Espero que tudo te esteja a correr pelo melhor.
Forte abraço
Vouzela
Há mais alguém com a mesma reclamação?
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