Vamos a isto...
Vou tentar encontrar fotos para editar aqui...
Abraço
Luis Rocha Homem
sábado, 4 de outubro de 2008
Talibans havia muitos
Pois é Graciete parece que há gente que não gosta de lembrar o passado. Histórias como a que tu contaste há certamente muitas, podem é estar perdidas nas nossas cabeças.
Ainda me lembro do dia em que tiramos essa fotografia, a cervejita é que já era alguma e aqui o guerreiro merecia bem o repouso do fim de semana pois a tropa era muito cansativa, isto de defender as ilhas dos ataques inimigos não era fácil, que o digam o Arlindo, o Nuno da Rita e o Rui Amador que comigo prestavam serviço à Pátria no chamado quartel do Monte Brasil. O fim de semana era aproveitado para visitar a Terra-Chã e comemorar com os amigos o facto de ter sobrevivido a mais uma semana de "guerra" e o amigo Madruga é que oferecia a estadia de fim de semana com alguns petiscos pelo meio e umas incursões às discotecas.
Falando em Madruga, ainda não o vi por estas bandas do Blog, deve estar há espera que eu lhe ofereça um MAGALHÃES para poder começar a enviar as suas aventuras por altura dos anos 80 que certamente nos vão deliciar e avivar a nossa memória.
Vouzela, estou a gostar da tua participação, mantem-te ligado e vai-nos oferecendo notícias dessa terra que um dia nos juntou para que hoje pudessemos ir contando um pouco das nossas histórias.
Foi muito agradável ver a Dina a participar, um beijinho para ti. E o Mendes, na fotografia até parece um ministro, conta aí uma daquelas que tu deves saber.
Hoje fico-me por aqui. Vou dando notícias.
Ainda me lembro do dia em que tiramos essa fotografia, a cervejita é que já era alguma e aqui o guerreiro merecia bem o repouso do fim de semana pois a tropa era muito cansativa, isto de defender as ilhas dos ataques inimigos não era fácil, que o digam o Arlindo, o Nuno da Rita e o Rui Amador que comigo prestavam serviço à Pátria no chamado quartel do Monte Brasil. O fim de semana era aproveitado para visitar a Terra-Chã e comemorar com os amigos o facto de ter sobrevivido a mais uma semana de "guerra" e o amigo Madruga é que oferecia a estadia de fim de semana com alguns petiscos pelo meio e umas incursões às discotecas.
Falando em Madruga, ainda não o vi por estas bandas do Blog, deve estar há espera que eu lhe ofereça um MAGALHÃES para poder começar a enviar as suas aventuras por altura dos anos 80 que certamente nos vão deliciar e avivar a nossa memória.
Vouzela, estou a gostar da tua participação, mantem-te ligado e vai-nos oferecendo notícias dessa terra que um dia nos juntou para que hoje pudessemos ir contando um pouco das nossas histórias.
Foi muito agradável ver a Dina a participar, um beijinho para ti. E o Mendes, na fotografia até parece um ministro, conta aí uma daquelas que tu deves saber.
Hoje fico-me por aqui. Vou dando notícias.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
A moda do AMARELO...
Como prometi que iria contar-vos algumas das histórias do Solipa, e de todos nós, atrevo-me, entre amigos, a iniciar esta aventura com uma em que foi cedido o papel de protagonista. Acresce ainda que, temporalmente, é precisamente começar pelo princípio, pelo que faço o seu enquadramento, alargando o leque a outros actores, muito embora com papéis secundários, mas não menos importantes pelo suporte que concederam ao actor.
Estávamos no ano de 1982 e o amarelo constava das cores eleitas para a moda do Outono/Inverno. E eu, como sempre apreciei a agora chamada fashion, precavi-me em S. Miguel, e levei na bagagem uma camisola de lã e uns sapatos nesta cor. E imaginem, a esta distância de tempo, o que eu também não imaginava na altura, para ir para a Terra Chã!
Chegada ao destino, lembro-me de haver uma grande euforia e azáfama à volta dos novos calouros, ou melhor dizendo, das caloiras, porque, naquela altura, não abundavam os elementos femininos. E era vê-los, atarefados, a entrar e sair do lar feminino, na nobre tarefa de classificação dos exemplares recém-chegados.
E era na célebre cantina, durante as refeições, que a Academia se reunia e podia analisar, com maior precisão e acuidade, e discutir questões de pormenor.
O Sr. Presidente, sabedor, sentava-se nas mesas do fundo. Ficava com uma vista privilegiada e assistia, com entusiasmo comedido, a tão minucioso trabalho. Os restantes, dos anos anteriores, iam-se distribuindo, conforme as suas preferências e interesses.
Cabia ao Solipa, a transmissão de algumas considerações à Academia. E, na sua mesa, havia sempre quem o coadjuvasse (Nija, Menano, Bigodes, Rafael, Manaças, Gongo, Tó Zé “de Portalegre”…) na difícil arte de bem representar monólogos, que, sempre concentrado e assim que a porta da cantina se abria e surgia uma menina, iniciava o seu discurso, em voz alta e bem projectada.
E quando a Néné entrava, eis que encarnava, na perfeição, a voz de uma cabra e dizia tão produzido texto:
- Né…né! Né…né! Né…né! – e repetia vezes sem conta.
Decorrido pouco tempo, para se as dúvidas se dissipassem, ouvia-se os mesmos berros!
Lembro-me de, um dia, estar vestida de AMARELO e de, ao iniciar os primeiros passos na entrada da cantina, escutar a seguinte frase:
- O cantar deste melro já comeu muita minhoca! – pronunciada, com ênfase, pelo actor.
Devo dizer que, fiquei atónita, gélida, sem perceber tão elaborado texto, sem saber como reagir …
Sei que continuei o meu percurso, e, mesmo sabendo que era a protagonista daquele take, entendi que o monólogo se deveria manter inalterável.
E enquanto comia, os takes eram repetidos e repetidos, qual busca do take perfeito.
E, sempre que eu me vestia de AMARELO, o meu colega de então, que nem me conhecia, lá palrava a mesma frase.
Devo confessar que ainda me dei ao trabalho de tentar compreender tão estranha afirmação, melhor dizendo, insinuação, que me tinha sido dirigida!
Estávamos no ano de 1982 e o amarelo constava das cores eleitas para a moda do Outono/Inverno. E eu, como sempre apreciei a agora chamada fashion, precavi-me em S. Miguel, e levei na bagagem uma camisola de lã e uns sapatos nesta cor. E imaginem, a esta distância de tempo, o que eu também não imaginava na altura, para ir para a Terra Chã!
Chegada ao destino, lembro-me de haver uma grande euforia e azáfama à volta dos novos calouros, ou melhor dizendo, das caloiras, porque, naquela altura, não abundavam os elementos femininos. E era vê-los, atarefados, a entrar e sair do lar feminino, na nobre tarefa de classificação dos exemplares recém-chegados.
E era na célebre cantina, durante as refeições, que a Academia se reunia e podia analisar, com maior precisão e acuidade, e discutir questões de pormenor.
O Sr. Presidente, sabedor, sentava-se nas mesas do fundo. Ficava com uma vista privilegiada e assistia, com entusiasmo comedido, a tão minucioso trabalho. Os restantes, dos anos anteriores, iam-se distribuindo, conforme as suas preferências e interesses.
Cabia ao Solipa, a transmissão de algumas considerações à Academia. E, na sua mesa, havia sempre quem o coadjuvasse (Nija, Menano, Bigodes, Rafael, Manaças, Gongo, Tó Zé “de Portalegre”…) na difícil arte de bem representar monólogos, que, sempre concentrado e assim que a porta da cantina se abria e surgia uma menina, iniciava o seu discurso, em voz alta e bem projectada.
E quando a Néné entrava, eis que encarnava, na perfeição, a voz de uma cabra e dizia tão produzido texto:
- Né…né! Né…né! Né…né! – e repetia vezes sem conta.
Decorrido pouco tempo, para se as dúvidas se dissipassem, ouvia-se os mesmos berros!
Lembro-me de, um dia, estar vestida de AMARELO e de, ao iniciar os primeiros passos na entrada da cantina, escutar a seguinte frase:
- O cantar deste melro já comeu muita minhoca! – pronunciada, com ênfase, pelo actor.
Devo dizer que, fiquei atónita, gélida, sem perceber tão elaborado texto, sem saber como reagir …
Sei que continuei o meu percurso, e, mesmo sabendo que era a protagonista daquele take, entendi que o monólogo se deveria manter inalterável.
E enquanto comia, os takes eram repetidos e repetidos, qual busca do take perfeito.
E, sempre que eu me vestia de AMARELO, o meu colega de então, que nem me conhecia, lá palrava a mesma frase.
Devo confessar que ainda me dei ao trabalho de tentar compreender tão estranha afirmação, melhor dizendo, insinuação, que me tinha sido dirigida!
Apenas cheguei à conclusão que o AMARELO lhe lembrava um melro.
Hoje, como muitos da Academia são conhecedores, esta frase consta da lista das suas célebres citações!
E, ainda esta semana, numa conversa telefónica, quando lhe perguntei se ele se lembrava do que me dizia, de imediato a parafraseou, com a mesma cadência e ênfase, como se o tempo não tivesse passado!
Hoje, como muitos da Academia são conhecedores, esta frase consta da lista das suas célebres citações!
E, ainda esta semana, numa conversa telefónica, quando lhe perguntei se ele se lembrava do que me dizia, de imediato a parafraseou, com a mesma cadência e ênfase, como se o tempo não tivesse passado!
ERA ESSE O ESPÍRITO QUE NOS UNIA E É ESTE O ESPÍRITO QUE NOS UNE!
Caloiros 1986/87
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Relaxamento
Para alguns recordarem (cont.)
Para alguns recordarem (cont.)





(Da esquerda para a direita e para baixo)
Foto 1, 10 de Julho de 1983: 1ª Garraiada dos Estudantes da U.A., na Praça desmontável "José Albino" (decifrem os grupos de forcados...);
Foto 2, 10 de Julho de 1983: 1ª Garraiada dos Estudantes da U.A., na Praça desmontável "José Albino" (da esquerda para a direita: eu, Carlos Costa, Fernando Moreira da Silva, Joaquim Rocha; Nuno "Grande"; Paulo Monjardino);
Foto 3, 10 de Julho de 1983: 1ª Garraiada dos Estudantes da U.A., na Praça desmontável "José Albino" (um das pegas e tentem decifrar quem são os "corajosos");
Foto 4, 10 de Julho de 1983: 1ª Garraiada dos Estudantes da U.A., na Praça desmontável "José Albino" (eu e a Noémia, após realizadas as respectivas pegas);
Foto 5, Fevereiro de 1986: bolo comemorativo da última disciplina feita para término da parte pedagógica do Curso de Engenharia Zootécnia.
Para alguns recordarem
Caros Amigos/as:
No seguimento do que se tem feito, também aproveitei e fui buscar ao album de recordações algumas fotografias que a alguns de nós dirão alguma coisa, porque passaram por elas e certamente as gostarão de reviver. Para os que não lhes dirão nada, aqui ficam as minhas desculpas por lhes estar a ocupar o tempo, mas certamente também gostarão de rever alguns dos Colegas com quem conviveram durante algum tempo das suas vidas.
Tentarei legendar as fotografias, com a precisão que a minha memória ainda me permite. Então, aí vão, com beijinhos às Amigas e forte abraço aos Amigos
Carlos Vouzela

No seguimento do que se tem feito, também aproveitei e fui buscar ao album de recordações algumas fotografias que a alguns de nós dirão alguma coisa, porque passaram por elas e certamente as gostarão de reviver. Para os que não lhes dirão nada, aqui ficam as minhas desculpas por lhes estar a ocupar o tempo, mas certamente também gostarão de rever alguns dos Colegas com quem conviveram durante algum tempo das suas vidas.
Tentarei legendar as fotografias, com a precisão que a minha memória ainda me permite. Então, aí vão, com beijinhos às Amigas e forte abraço aos Amigos
Carlos Vouzela


Foto 1, Julho de 1985: Em casa da Paula Henriques, do Xico "General" (Já falecido); do Zuzarte e do Nuno "Grande" (da esquerda para a direita: eu, Nuno; Zuzarte);
Foto 2, Agosto de 1987: Casamento da Ana Rosa e Carlos Costa (em cima da esquerda para a direita: eu, Paula Henriques; Campelo, Canedo; Manuel Loureiro, Ana Rosa, Carlos Costa, Dália Margarida "Guigui"; em baixo da esquerda para a direita: Teresa, Pedro "TAP" Oliveira, Esposa do Sousa, Sousa. As crianças já eram os filhos do Sousa;
Foto 3, 10 de julho de 1983: Almoço na Cabtina da UA, antes da Garraiada (descubram os nomes...)
Foto 4, Fevereiro de 1982: Tenta de Estudantes do Liceu de A. Heroísmo (eu e Manuel Loureiro; não é preciso contar o estado em que estavamos....);
Foto 5, 1983: Ida para uma aula prática de Pedologia I, em que a viatura avariou (aqui alguns dos nomes já me faltam e os outros já os mencionei em fotos anteriores);
Mais uma...

Ora aqui vai mais uma preciosidade de 1981.
É no lar dos rapazes e lá estamos...
Esquerda Filipe Ressurreição
Ao centro Guigui e Gualberto
Direita o Quim
Eu ao lado do Quim
O que está em pé a beber só me lembro que era o "copinhos"
Ao fundo... Quase sem se ver e junto à janela, o Zé António ÁvilaO Fino e a Paula Henriques estão meio escondidinho junto à porta da esquerda
e o resto... Oh Marques ajuda-me!!!
Beijinhos
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
E-mail da Dina Barbosa


Caros amigos, é com muita saudade que vos vejo e vou assistindo ao desenrolar dos comentários, sobre os bons tempos que passámos.
A memória às vezes apaga pormenores importantes, mas os sentimentos vividos não esquecem, e ainda bem.
Bem hajam os colegas, o presidente, e todos os membros desta equipa, que numa fase em que vamos ficando com a casa vazia porque a rapaziada começa a sair do ninho, se lembraram de criar este blog, onde todos nós nos vamos enternecendo com boas recordações.
Aki vão três fotos, duas de uma praxe aos caloiros, com importantes doutores e actuais chefes, e outra de uma noitada, lá pelos lados do Bairro..será em casa da NINI???
Bjinhos a todos e até sempre
Dina
P.S.: Fiz este "favor" à Dina, mas não o vou repetir com mais nenhum(a) Engenheiro(a)! Fi-lo por atenção ao Barbosa, como descarga de consciência pela primeira bacia de água que caiu no Lar Masculino em cima do Sr. Tenente.
J. Marques
Para aprender a fazer postagens clica no link: http://www.slideshare.net/michy3003/tutorial-postagem-imagem-presentation
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