A continuação do Conto de Natal do nosso Presépio narra o seguinte:
Passado pouco tempo, o anjo Helena, apareceu novamente a Maria.
- Sabes que o Menino Jesus Malva está muito revoltado. Não entende porque foram escolher para seus pais, uns fósseis e cotas. O seu desejo era que fossem mais novos que ele.
E o anjo prosseguiu:
- E até já disse que só aceita as visitas de senhoras, e mesmo assim, terão de se apresentar em traje de Gala. E não quer ver, nem de perto, nem de longe, a monarquia imposta pelos Reis Magos. Terás de ter muita, muita paciência!
E nisto, desapareceu. Maria sabia o que lhe esperava. O Menino Jesus Malva iria dizer sempre que a mãe nunca o entenderia.
Nossa Senhora resolveu falar com S. José Solipa:
- Estava a ver que nunca mais aparecias. Não gostei muito da ideia de ter que me vestir com aquelas roupas, com saias e sei lá mais o quê. O que me arranjaste! Tens cada uma! Mas sabes que sempre pudeste contar comigo.
Maria reconheceu a verdade das suas palavras e acrescentou:
- Não iremos para uma gruta ou estábulo. Não é esta a minha vontade. Estava a pensar num espaço, como por exemplo os de turismo rural, ou algo semelhante, para não fugir muito há tradição.
Ao que S. José respondeu:
- Pois, pois, já te percebi. Não queres passar frio! Compreendo. Só temos que informar a estrela. E seria bom que ela, lá com os seus brilhos, fizesse uns sinais aos Reis Magos para eles trazerem vinho. Vê lá se tratas disso. E, já agora, alguns petiscos. E se vierem mais, também são bem-vindos, desde que venham bem fornecidos para a noite, claro.
Maria retirou-se.
Estava ciente de que o Rei Neto iria seguir a estrela. Mas os Reis Magos Marques e Rabiçais, a trazerem vinho, não vislumbrava que chegassem ao local!
Sabia, porque o Rei Marques queria que o Rei Rabiçais trouxesse a taça em ouro. Iria servir-se da mesma para degustar o vinho das regiões demarcadas do Norte. E o seu companheiro de viagem, embora perseguindo, mais uma vez, a estrela, iria deliciar-se com as provas do vinho e, aproveitando a noite estrelada, dedicaria poemas a todas as estrelas, presenteando-as com as pedras preciosas. E via já o Rei Marques a deleitar-se com esta caminhada!
Contudo, a estrela brilhou mais alto e irradiou-nos, a todos, sem excepção.
E, no cenário que criei, caíram as personagens e a história.- Sabes que o Menino Jesus Malva está muito revoltado. Não entende porque foram escolher para seus pais, uns fósseis e cotas. O seu desejo era que fossem mais novos que ele.
E o anjo prosseguiu:
- E até já disse que só aceita as visitas de senhoras, e mesmo assim, terão de se apresentar em traje de Gala. E não quer ver, nem de perto, nem de longe, a monarquia imposta pelos Reis Magos. Terás de ter muita, muita paciência!
E nisto, desapareceu. Maria sabia o que lhe esperava. O Menino Jesus Malva iria dizer sempre que a mãe nunca o entenderia.
Nossa Senhora resolveu falar com S. José Solipa:
- Estava a ver que nunca mais aparecias. Não gostei muito da ideia de ter que me vestir com aquelas roupas, com saias e sei lá mais o quê. O que me arranjaste! Tens cada uma! Mas sabes que sempre pudeste contar comigo.
Maria reconheceu a verdade das suas palavras e acrescentou:
- Não iremos para uma gruta ou estábulo. Não é esta a minha vontade. Estava a pensar num espaço, como por exemplo os de turismo rural, ou algo semelhante, para não fugir muito há tradição.
Ao que S. José respondeu:
- Pois, pois, já te percebi. Não queres passar frio! Compreendo. Só temos que informar a estrela. E seria bom que ela, lá com os seus brilhos, fizesse uns sinais aos Reis Magos para eles trazerem vinho. Vê lá se tratas disso. E, já agora, alguns petiscos. E se vierem mais, também são bem-vindos, desde que venham bem fornecidos para a noite, claro.
Maria retirou-se.
Estava ciente de que o Rei Neto iria seguir a estrela. Mas os Reis Magos Marques e Rabiçais, a trazerem vinho, não vislumbrava que chegassem ao local!
Sabia, porque o Rei Marques queria que o Rei Rabiçais trouxesse a taça em ouro. Iria servir-se da mesma para degustar o vinho das regiões demarcadas do Norte. E o seu companheiro de viagem, embora perseguindo, mais uma vez, a estrela, iria deliciar-se com as provas do vinho e, aproveitando a noite estrelada, dedicaria poemas a todas as estrelas, presenteando-as com as pedras preciosas. E via já o Rei Marques a deleitar-se com esta caminhada!
Contudo, a estrela brilhou mais alto e irradiou-nos, a todos, sem excepção.
Os Reis Magos trouxeram PAZ e AMOR.
Do Presépio emana:

E estamos todos UNIDOS a festejar o que realmente significa NATAL.
A todos os antigos alunos do DCA e aos nossos Professores
e a todos, sem excepção,



