
A imagem é, sem dúvida, bastante explícita nas pessoas que mostra. O que está implícito, no momento do registo, ficará em aberto!
O Francisco Armas foi meu colega, do mesmo ano de entrada no DCA. Contudo, só conheci, realmente, o Chico, como o trato, quando se deu a divergência dos cursos.
Dos que seguiram para a Zootecnia, dos que foram transferidos para Vila Real e Évora, dos que ficaram retidos, por disciplinas em atraso, restou um grupo pequeno que seguiu.
E foi devido a este contexto, que pude partilhar os últimos 3 anos do curso com o Chico. E cheguei ao fim do curso, com um grande amigo.
Não me irei alongar em considerações acerca do mesmo, mas não posso deixar referir, porque assim o entendo, que é das pessoas mais inteligentes que pude conhecer no DCA.
É detentor de uma forma de ser e de estar muito peculiar, que desde cedo compreendi e respeitei, daí a minha grande admiração e a nossa grande amizade, quer durante o curso, quer após estes anos.
Recordo um dos nossos episódios deste grupo de Agrícola.
Estávamos no célebre corredor que termina na biblioteca, à espera da "vovó Raquel" para uma aula.
Como eu e o Chico andávamos sempre juntos no DCA, a imaginação fértil dos meus colegas, fazia-os deambular muito, acerca de nós. E sempre aceitámos, e mais, acrescentávamos, o que estava mais ou menos explícito e implícito, nas mentes e nas palavras dos nossos colegas.
E foi num destes momentos de alento que os meus simpáticos colegas, ao aperceberem-se de que o Dr. Armas se encontrava a leccionar, resolveram bater à porta. Sei que quem encabeçava o grupo era o Paulo Monjardino.
O Dr. Armas apareceu e foi-lhe dito, sem reserva alguma, e de uma forma directa e concisa, que queriam apresentar a namorada do filho. Tal e qual!
E lá me empurraram para a frente da batalha, para serem feitas as apresentações!
Já não me recordo, mas penso que pouco falei!
Sorri, isto sei, porque sempre o quis.
E como se não me bastasse, a "vovó Raquel" surgiu, no entretanto, e começou um diálogo entre ela e o Dr. Armas, incentivado pelos meus colegas, ao que a mesma já se disponha, imaginem, a ser madrinha de casamento!
Sei que senti um constrangimento enorme!
Nunca tinha falado com o Dr. Armas. Era uma profunda desconhecedora deste Professor dos colegas de Zootecnia.
Mas, naquele momento, apercebi-me que estava perante um Senhor com um grande sentido de humor, e o que mais me impressionou, com uma mentalidade aberta às brincadeiras próprias de estudantes, pois desde logo, colaborou na situação criada, tendo até expressado o seu agrado pela escolha do filho, ou melhor, dos colegas do filho!
Por isso, e por muito mais, quando em Julho do corrente ano lá estive, e falando com um colega do corpo docente disse-lhe:
O Francisco Armas foi meu colega, do mesmo ano de entrada no DCA. Contudo, só conheci, realmente, o Chico, como o trato, quando se deu a divergência dos cursos.
Dos que seguiram para a Zootecnia, dos que foram transferidos para Vila Real e Évora, dos que ficaram retidos, por disciplinas em atraso, restou um grupo pequeno que seguiu.
E foi devido a este contexto, que pude partilhar os últimos 3 anos do curso com o Chico. E cheguei ao fim do curso, com um grande amigo.
Não me irei alongar em considerações acerca do mesmo, mas não posso deixar referir, porque assim o entendo, que é das pessoas mais inteligentes que pude conhecer no DCA.
É detentor de uma forma de ser e de estar muito peculiar, que desde cedo compreendi e respeitei, daí a minha grande admiração e a nossa grande amizade, quer durante o curso, quer após estes anos.
Recordo um dos nossos episódios deste grupo de Agrícola.
Estávamos no célebre corredor que termina na biblioteca, à espera da "vovó Raquel" para uma aula.
Como eu e o Chico andávamos sempre juntos no DCA, a imaginação fértil dos meus colegas, fazia-os deambular muito, acerca de nós. E sempre aceitámos, e mais, acrescentávamos, o que estava mais ou menos explícito e implícito, nas mentes e nas palavras dos nossos colegas.
E foi num destes momentos de alento que os meus simpáticos colegas, ao aperceberem-se de que o Dr. Armas se encontrava a leccionar, resolveram bater à porta. Sei que quem encabeçava o grupo era o Paulo Monjardino.
O Dr. Armas apareceu e foi-lhe dito, sem reserva alguma, e de uma forma directa e concisa, que queriam apresentar a namorada do filho. Tal e qual!
E lá me empurraram para a frente da batalha, para serem feitas as apresentações!
Já não me recordo, mas penso que pouco falei!
Sorri, isto sei, porque sempre o quis.
E como se não me bastasse, a "vovó Raquel" surgiu, no entretanto, e começou um diálogo entre ela e o Dr. Armas, incentivado pelos meus colegas, ao que a mesma já se disponha, imaginem, a ser madrinha de casamento!
Sei que senti um constrangimento enorme!
Nunca tinha falado com o Dr. Armas. Era uma profunda desconhecedora deste Professor dos colegas de Zootecnia.
Mas, naquele momento, apercebi-me que estava perante um Senhor com um grande sentido de humor, e o que mais me impressionou, com uma mentalidade aberta às brincadeiras próprias de estudantes, pois desde logo, colaborou na situação criada, tendo até expressado o seu agrado pela escolha do filho, ou melhor, dos colegas do filho!
Por isso, e por muito mais, quando em Julho do corrente ano lá estive, e falando com um colega do corpo docente disse-lhe:
- “A única pessoa que quero ver, aqui na Terceira, é o Chico Armas”.
E vimo-nos!

